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30 março, 2021
Abílio José Duarte - por Marlos Duarte
Custódia: A última grande peleja do século XIX
26 março, 2021
Nem Davanira simboliza tanto as Casas José Araujo como Seu Jurandi (natural de Custódia)
19 março, 2021
19 de março, dia do nosso Padroeiro São José.
Guardião e História de José - Música e Letra de Lindinalva "Nenê"
Interpretação: Linalva e Hugo Simões
18 março, 2021
Está morrendo a geração de ferro, para dar passagem à geração de cristal - Atanael Rezende
Roteiro da carreata com a imagem de São José dia 19 em Custódia
segue pelo Banco do Brasil
Avenida Inocêncio Lima
Parede da barragem
Rua Samuel Carneiro
Rua 02
contorno na academia das cidades
Rua do Polivalente
CIOSAC
sobe a Av. Inocêncio Lima
Rua Manoel Tenório (ao lado da igreja de Lourdes)
Rua do Espaço Vip
Pindoba Velha
cruza a BR 232
Pindoba nova (Igreja de Santa Luzia)
BR 232
Principal da Redenção
Rua do depósito da Atan
cruza a BR 232
Rua 11 de setembro
Av. Dr° Manoel Borba
Igreja Matriz.Custodiense faz a diferença no Piauí
08 março, 2021
Oito de Março, Dia Internacional da Mulher!
Custódia-PE
Março/2021
07 março, 2021
[Gandavos] A Cruz da Professorinha (Vídeo)
06 março, 2021
Madrinha Cila. A mãe de muitos - por João Verissímo
João Veríssimo Neto
Sertânia
Março/2021
A senhora deixa eu ir
madrinha Cila?. Você vai.
Assim foi o início da
trajetória que o Senhor do universo possibilitou a mim e a este espírito de luz
rumo ao litoral, naquela viagem que seria o desenraizamento do sertão e o
enraizamento mais perto do mar, para mais tarde fazer o caminho inverso porque
tudo volta ao princípio.
Madrinha Cila.
Extraordinária guerreira com
a coragem de migrar para uma cidade grande acompanhada de nove filhos (Álvaro,
Adson, Adilson, Nairlê, Naiclê, Nadja, Natiene, Niedja e Nadege), um
sobrinho/afilhado agregado (que sou eu) e duas irmãs (Edith e Toinha) que
ajudavam tanto.Treze pessoas!!! Nem tanto diante de tantos mais que ela
abraçaria na sua extraordinária trajetória de vida.
Madrinha Cila
Enfrentou todas as
intempéries que uma mãe, como só elas mesmas conseguem ser assim, às vezes é
escolhida para resistir. E resistiu. Plantou sementes. Que frutificaram,
diga-se. Ergueu uma imensa árvore genealógica que jamais esquecerá os seus
ensinamentos, os seus exemplos, a sua fortaleza, a sua fé, a sua compaixão, a
sua mansidão feroz quando o momento exigia uma posição mais enérgica. O vigor e
o senso de quem sabe que sua missão é EDUCAR.
AUXILIADORA E EDUCADORA.
Construiu um império. Não
desses impérios cheios de riquezas materiais. Não. Construiu o maior e mais
forte de todos eles. Ensinou que é na luta cotidiana, na garra, na vontade e na
crença em si mesmo que as coisam andam. E, acima de tudo, que estudar éuma das
melhores maneiras de viver a vida.
Deixa, por isso, o legado
que sempre enunciou, ou pelo menos era o que eu ouvia naqueles fins de tardes
nublados e já distantes na varandinha de sua casa ao lado da igreja da Praça
Padre Leão. Ali estava ela conversando com Dona Mocinha sobre a vida. E eu,
meio que de cócoras ou sentado com as costas na parede ouvia.
Estudar, estudar, estudar.
Simples assim.
Não há maior ensinamento do
que dizer que a melhor forma de aprender é estudar e é ensinando que se
aprende. Seja nos livros, seja nos relacionamentos, seja no emprego ou aonde
quer que vá. Bom senso. Moto-contínuo.
Por isto que hoje melhor que
chorar é ter conforto. Tenho orgulho de ter recebido ensinamentos tão
profundos. Ela deixou muita coisa boa aqui conosco e que frutifica.Agradeço a
Deus por ter o privilégio de ter sido, por um triz de tempo, aprendiz desse
maravilhoso ser que foi Madrinha Cila. E sabê-la como espírito de luz
passageiro e filha do tempo é confortante.
Aceitar e lutar com bravura
e coragem, como fez Madrinha Cila, com o inexorável destino da vida inteira, me
faz lembrar um poeta que eu lia nos anos 1980/1981 quando moravaem sua casa na
Vila Cardeal e Silva, que diz:
“Vossos filhos não são vossos filhos.
São os
filhos e as filhas da ânsia da vida por si mesma.
Vêm através de vós, mas não de vós.
E embora vivam convosco, não vos pertencem.”
Khalil Gibran
O tempo e a história da professora Maria Auxiliadora
Março/2021
01 março, 2021
Poetas de Custódia na casa do Poeta Leonardo Bastião em Itapetim-PE
Os poetas custodienses Izaias Moura e Marcos Silva, foram até a cidade de Itapetim-PE, visitar o poeta Leonardo Bastião.
Um agricultor de 75 anos que vive na zona rural, no Sertão do Pajeú pernambucano.
Não sabe ler e nem escrever. Suas poesias são inspiradas no que vê no seu sítio.
Gandavos - Série sobre o Sabá
Serra do Sabá - Episódio 2
Série NE Gandavos pelo Brasil.
Serra da Torre - Episódio 3
Série NE Gandavos pelo Brasil
Lagoinha do Sabá - Episódio 4
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24 fevereiro, 2021
Miss Pernambuco Gay 2021. Saiba quem representará Custódia.
Cordel Brasileiro - Dois Poetas de Custódia-PE
Contato Marcos Silva: https://www.facebook.com/profile.php?id=100004024986545
22 fevereiro, 2021
Minha Terra - por Jussara Burgos
Escritora custodiense realiza encontros sobre produção feminina de cordéis
Serão mais de 10 encontros, sempre às 19h e mediados por elas, e que trarão sempre uma convidada para discutir temas que têm o cordel como protagonista.
21 fevereiro, 2021
A paixão pelo varejo - por Atanael Rezende
12 fevereiro, 2021
Faces da Cidade - por José Melo
Fevereiro-2021
As figuras populares formatam a face de uma cidade, por vezes deixando marcas profundas na lembrança de seus conteporâneos, ou mesmo eternizando fatos e causos para sempre na memória de uma gente.
Custódia tem acervo rico de figuras populares, que marcaram a face da cidade em seu tempo, que pelos seus dotes, suas habilidades, suas características, suas curiosidades, enfim, pelo seu modo de ser.
Esta semana, vendo uma fotografia de um informe publicitário da Prefeitura de Custódia, sobre a vacinação dos idosos contra o Corona Virus, reconheci de imediato um desses personagens: Zé Brito, em uma foto promocional, no Abrigo de idosos de Custódia. Um simples nome, indiferente para a grande maioria da população atual da cidade, mas uma figura marcante para quem já está chegado nos anos.
Servente de pedreiro da equipe de obras da Prefeitura, Zé Brito era sempre requisitado para trabalhos penosos e pesados, rejeitados pela maioria de trabalhadores da época. Chamava a atenção, no vigor de seus quarenta anos, por duas qualidades que possuía - uma delas chamava a atenção de todos pelo sua peculiaridade: Além de ser conhecido pela sua incrível disposição para o trabalho pesado – insuperável nessa qualidade, ele tinha outra que era motivo de admiração e gozação pela turma de gaiatos, seus contemporâneos: seu apetite era insaciável. Diziam que ele comprava um “quarto de bode” - prá quem não sabe, uma das quatro partes em que o caprino é divido para venda, e cozinhava de uma só vez, e consumia em apenas uma refeição. Um quarto de bode na média pesa entre dois e meio a três quilos. Não posso assegurar que é verdade, mas que ele comia bem, isso é indiscutível.
Assistí uma brincadeira de mau gosto que certa vez fizeram com ele. A Mercearia de Evilácio, sob a batuta de Ticaquinha, nosso amigo Zé Carlos, na esquina da Fraga Rocha com a Praça Padre Leão, era ponto de reunião da galera, pra bate papo. Numa dessas reuniões, Zé Brito estava lá e a turma começou a provocar ele, dizendo que ele era incapaz de comer uma lata de doce pequena, que eles mostravam, apontando para uma lata de extrato de tomate. Desafiado a comer o conteúdo todo daquele “doce” sem beber água, Zé Brito aceitou, e virou o conteúdo em pouco goles. Terminado o lanche, alguém perguntou se o doce era bom e ele respondeu:
- É bonzinho, mais é mei azêdo!!
Tomou cerca de um litro de água e disse que agora estava pronto pra almoçar.
Calejado pelo trabalho e pelo sofrimento, Zé Brito vivia sozinho. Não recordo de nenhum familiar dele, apenas que morava sozinho, sempre trabalhando diuturnamente, numa rotina cansativa, estando hoje, conforme o informe mencionado com cem anos de idade, descansando no Abrigo Público.
06 fevereiro, 2021
[Há 9 anos] Custódia no NE TV 2ª Edição TV Globo
02 fevereiro, 2021
No AR!!! J. Melo show
Recife-PE
Fevereiro/2021





















