Nascida em Custódia, PE, em 1959, Lourdes mudou-se para Osasco quando tinha apenas dois anos de idade. Casou-se com o pintor naïf Waldomiro de Deus, em 1976, e convivendo com o dia-a-dia do artista, passou a tomar gosto pela arte, começando a pintar em 1992. Daí em diante, seu trabalho foi se aperfeiçoando.
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20 julho, 2026
Das Raízes ao Pincel: A homenagem de Lourdes de Deus a Custódia
Nascida em Custódia, PE, em 1959, Lourdes mudou-se para Osasco quando tinha apenas dois anos de idade. Casou-se com o pintor naïf Waldomiro de Deus, em 1976, e convivendo com o dia-a-dia do artista, passou a tomar gosto pela arte, começando a pintar em 1992. Daí em diante, seu trabalho foi se aperfeiçoando.
19 julho, 2026
Fabricante de ketchup líder no NE, Tambaú investe R$ 130 mi em expansão

Hugo Gonçalves, diretor-presidente da Tambaú alimentos,
aposta na ampliação e modernização da fábrica para incrementar a produção
Foto: Acervo Tambaú
por Mariana Araújo
Movimento Econômico
Matéria publicada originalmente em Movimento Econômico (Clique Aqui)
18 julho, 2026
Memória e Legado | Vanete Almeida: a voz sertaneja que transformou a luta das mulheres rurais
Há histórias que continuam inspirando mesmo muitos anos depois. Uma delas é a de Vanete Almeida, filha de Custódia (PE), educadora popular, feminista e uma das maiores defensoras dos direitos das mulheres rurais no Brasil e na América Latina.
Antes de partir, Vanete deixou como última mensagem o livro "Lutando e Lutando", escrito durante o enfrentamento de um câncer. A obra reúne reflexões sobre saúde, vida, limites, coragem e perseverança, especialmente voltadas às mulheres do campo, transformando sua experiência pessoal em um legado de esperança.
Reconhecida internacionalmente, Vanete foi fundadora da Rede de Mulheres Rurais da América Latina e do Caribe (Rede LAC), participou da criação do Cecor, assessorou a Fetape e integrou o Conselho Nacional dos Direitos da Mulher. Sua trajetória também lhe rendeu importantes homenagens, como o Prêmio Cláudia (2002), a indicação ao projeto das Mil Mulheres para o Nobel da Paz (2005) e o Prêmio TRIP Transformadores (2009).
Natural de Custódia e moradora da comunidade de Jatiúca, em Santa Cruz da Baixa Verde, Vanete dedicou sua vida à organização política das agricultoras, tornando-se referência para gerações de mulheres sertanejas.
Relembrar o lançamento de "Lutando e Lutando" é manter viva a memória de uma mulher que transformou sua própria luta em inspiração para milhares de pessoas. Seu exemplo continua atual, mostrando que conhecimento, solidariedade e coragem também são sementes capazes de mudar o mundo.
Maria Vanete de Almeida, faleceu em 09 de Setembro de 2012, aos 69 anos, vítima de um câncer.
Preservar a história de Vanete Almeida é preservar a memória das mulheres que ajudaram a transformar o Sertão e o Brasil.
17 julho, 2026
Artista custodienses Edmar Sales conquista Medalha de Bronze em um dos mais tradicionais salões de arte de São Paulo
O artista plástico Edmar Sales acaba de alcançar mais um importante reconhecimento para sua trajetória artística. Sua obra "Sé Paulistana" foi premiada com a Medalha de Bronze no Salão da Miniatura 2026, promovido pela Associação Paulista de Belas Artes (APBA), uma das mais tradicionais e respeitadas instituições dedicadas às artes visuais no Brasil.
A pintura, executada em óleo sobre tela, mede 16 x 22 centímetros e retrata a região da Catedral da Sé, em São Paulo, valorizando a arquitetura histórica, a luz do entardecer e o reflexo da chuva sobre as ruas. A composição traduz, em uma pequena dimensão, a atmosfera e a identidade de um dos cenários mais emblemáticos da capital paulista.
O prêmio reforça o talento e a dedicação de Edmar Sales, consolidando seu nome entre os artistas contemporâneos que se destacam pela sensibilidade e qualidade técnica de suas obras. O reconhecimento obtido em um salão de grande prestígio nacional representa não apenas uma conquista pessoal, mas também um motivo de orgulho para Pernambuco e para sua terra natal, Custódia.
Ao celebrar a premiação, o artista agradeceu à APBA, aos jurados, organizadores, colegas de profissão, colecionadores, amigos e a todos que acompanham sua trajetória, destacando que a honraria renova seu compromisso com a arte e o incentiva a continuar transformando paisagens e memórias em pinturas carregadas de emoção.
Ficha da obra:
- 🎨 Obra: Sé Paulistana
- 🖼️ Técnica: Óleo sobre tela
- 📏 Dimensões: 16 × 22 cm
- 🥉 Premiação: Medalha de Bronze – Salão da Miniatura 2026
- 📍 Local: Associação Paulista de Belas Artes (APBA) – São Paulo.
[Vozes do Mangue] O Último Suspiro do Guerrilheiro do Moxotó.
A notícia do falecimento do professor, historiador e escritor Jovenildo Pinheiro de Sousa golpeia o peito com a força de um vento forte que varre a caatinga. O Sertão perde um de seus intérpretes mais profundos, e a cultura pernambucana despede-se de uma mente brilhante. Ele guardava em si a essência do território que o gerou.
Nascido em Custódia, Jovenildo trazia na alma a altivez de sua terra natal e, acima de tudo, definia a si mesmo com a bravura lírica de quem não aceitava amarras: era o legítimo “Guerrilheiro da Revolução do Sertão do Moxotó”. Sua partida física deixa um vazio imenso, mas sua contribuição para a História Social do Nordeste permanece inabalável.
Jovenildo revolucionou os estudos sobre o banditismo em sua obra-prima, Sertão Sangrento: Luta e Resistência. Para ele, o cangaço jamais poderia ser resumido à dicotomia rasa de heróis ou vilões. Jovenildo enxergava o fenômeno com o rigor metodológico de quem sabia que as raízes da violência sertaneja estavam plantadas nas sesmarias da colonização, no genocídio dos povos indígenas e no abandono estrutural do Estado. Ele via as táticas de Lampião não como mera barbárie, mas como uma refinada e pragmática inteligência de guerrilha militar, nascida da própria geografia do semiárido.
Tive a imensa felicidade e a honra de conhecê-lo pessoalmente. Conversamos por mais de uma vez sobre as páginas densas do seu livro e, de forma tocante, sobre as dores de sua própria história. Ouvir Jovenildo relatar os anos de exílio em Cuba era caminhar por um labirinto de desencantos políticos. Jovem idealista perseguido pela ditadura militar brasileira na década de 1960, ele buscou abrigo na ilha caribenha. No entanto, sua mente livre e crítica recusou-se a silenciar diante da opressão, tornando-se também um dissidente do modelo autoritário de Fidel Castro. Ele me confidenciou os horrores sofridos naquele regime, uma dupla cicatriz que carregava com a dignidade dos que nunca negociaram suas convicções libertárias. Este capítulo da história de Jovenildo está na Exposição ” Memórias da resistência – 5 0 anos do Golpe militar em Sertânia”; , organizada por mim , em 2014 , da qual ele é uma das personalidades enfocadas.
A vivência de Jovenildo em Sertânia era o reflexo desse espírito agregador e profundamente sensível. O município testemunhou sua convivência fraterna com uma constelação de mentes brilhantes, gigantes da palavra e da poesia, como José Carneiro, Ésio Rafael, Marcos Cordeiro e os queridos irmãos Belo — Joaquim, Antônio, Inêz e Maninho —, alguns dos quais compartilhavam com ele o orgulho do berço custodiense. Ver esse grupo reunido, ou debater com eles, era testemunhar a própria efervescência intelectual do Moxotó- Ipanema em sua máxima potência.Mas a grandeza de Jovenildo Pinheiro não se limitava aos livros ou aos debates acadêmicos; ela transbordava em gestos concretos de amor ao próximo. Tive o privilégio de caminhar ao seu lado nas trincheiras da solidariedade.Participamos juntos do Projeto Natal Solidário e das incansáveis ações humanitárias do Lar Fraterno Vovó Cavendish, instituição admirável liderada por seu primo, o também poeta André Pinheiro, à frente da Casa dos Espíritas de Sertânia. Ali, longe dos holofotes da academia, o historiador transformava sua teoria de justiça social em prato de sopa, em acolhimento e em afeto para os mais vulneráveis.
Jovenildo Pinheiro parte no dia de hoje, mas o seu legado não aceita o esquecimento. Ele seguiu os passos dos bravos de que tanto escreveu: resistiu, lutou, sofreu o exílio e floresceu na generosidade. O Guerrilheiro do Moxotó descansou das batalhas terrenas, mas sua voz continuará ecoando em cada página de sua obra e em cada ação de amor que deixou plantada no solo sagrado do Sertão. Descanse em paz, mestre, amigo e eterno combatente.
* Josessandro Andrade é Artista da Palavra e Educador
15 julho, 2026
O Sertão em Versos: O Cangaço e a Geografia Poética de Nertan Macêdo
O Registro Histórico (1950)
bolandeira no Salgueiro,
na serra da Cana Brava
coronel é coiteiro,
na serra do Logradouro
o compadre é fazendeiro,
viro bicho maloqueiro,
no Limão, no Canindé
tenho cavalo estradeiro,
suspiro pelo descanso
no viver de cangaceiro,
quero moça de janela
em Custódia e Tabuleiro."
A Geografia do Verso
A poesia popular coletada por Macêdo funciona como um mapa do Sertão de Pernambuco e Ceará, citando locais emblemáticos para a dinâmica do cangaço:
Salgueiro, Custódia e Serra Negra: Cidades e acidentes geográficos pernambucanos conhecidos pelas rotas e esconderijos de bandos.
O "Coiteiro" e o "Fazendeiro": O verso escancara a rede de apoio que os cangaceiros possuíam entre os poderosos locais (coronéis), essencial para a sobrevivência no bioma da Caatinga.
Quem foi Nertan Macêdo?
Natural de Crato, Ceará (nascido em 20 de maio de 1929), Nertan Macêdo foi uma voz fundamental para a literatura e o jornalismo regionalista. Vindo de uma família de intelectuais — irmão de Denizard Macêdo, renomado jornalista com passagens pelo Diário de Pernambuco, Jornal do Commercio e O Jornal —, Nertan dedicou sua vida a registrar a cultura e a história do povo sertanejo. Sua relevância intelectual o levou a ocupar a cadeira número 17 do prestigiado Instituto Cultural do Cariri (ICC).
Matérias enviada por José Soares de Melo
14 julho, 2026
Memória de Custódia: Missa de Vaqueiro (2001)
Nessa fase, meu primo Thiago (de Val) teve grande importância. Mais novo que eu, porém mais maduro nas rédeas, me levou pra campear com ele na Lagoa do Mulungu, onde pastava o rebanho de ovelhas de Val e dos Bernardos. Thiago foi desde então, para mim, uma referência. Dali em diante, pouco tempo depois, ganhei de Tadeu Barros o primeiro terno de couro. Alegria só! O menino que havia chegado ao sítio como um matuto às avessas, sem saber sequer amarrar um burro na cerca, estava finalmente pronto para ser batizado, e se dizer vaqueiro.
Foi assim que, mais seguro e dessa vez montando meu próprio cavalo, adquiri certo respeito e encarei a segunda missa levando comigo meu irmão Ricardo. Irmão, sim, sem nenhum exagero. Ricardo e eu formamos uma grande parceria nessa época. A família dele tinha terreno próximo ao meu e mesmo na cidade era difícil me ver em algum lugar em que ele não estivesse. É por isso que ele faz parte de todas as outras histórias que eu teria pra contar a partir daqui.
História e Memória: Você sabe quem dá nome à Academia das Cidades de Custódia?
Muita gente frequenta a Academia das Cidades da Vila da Cohab, em Custódia, mas poucos sabem a origem do nome desse importante espaço público.
O equipamento foi inaugurado em 10 de março e recebeu o nome de Maximiano Accioly Campos, escritor, jornalista e poeta pernambucano, pai do ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos. Maximiano Accioly Campos Eduardo Campos
A solenidade de inauguração reuniu diversas autoridades da época, entre elas o então prefeito Nemias Gonçalves de Lima, o deputado Aglailson Júnior, o então secretário estadual das Cidades Danilo Cabral, além de vereadores, secretários municipais e lideranças políticas.
Mais do que um espaço para a prática de atividades físicas, a Academia das Cidades também preserva uma homenagem a uma personalidade importante da cultura pernambucana.
Resgatar fatos como esse é valorizar a memória de Custódia e manter viva a história dos lugares que fazem parte do nosso cotidiano.
13 julho, 2026
MEMÓRIA | Um encontro inesquecível com Ariano Suassuna
Há alguns anos, tive a honra de conversar com Ariano Suassuna após sua Aula-Espetáculo.
Ao lado de Humberto Guerra, estivemos no Hotel Macambira para uma breve conversa sobre cultura, arte e a importância da preservação da nossa história.
Na ocasião, apresentei o trabalho desenvolvido pelo Blog Custódia Terra Querida, que desde 2007 registra fatos, personagens e acontecimentos marcantes da história de Custódia.
Generosamente, Ariano Suassuna aceitou gravar um depoimento exclusivo.
Em suas palavras, destacou a importância de preservar a memória do nosso povo e incentivou a juventude a valorizar a boa arte e a cultura brasileira.
Mais de uma década depois, esse registro continua atual e inspirador. Relembrar momentos como esse é reafirmar o compromisso de manter viva a história de Custódia para as atuais e futuras gerações.
Registro histórico publicado por Paulo Peterson – Blog Custódia Terra Querida.
🎥 Assista ao vídeo e confira esse importante depoimento histórico de
Ariano Suassuna.
O sentido principal do discurso é:
Preservar a história de uma cidade é preservar a identidade de seu povo. Ao registrar a história de Custódia, vocês estavam garantindo que os jovens conhecessem suas origens e não perdessem o vínculo com suas raízes.
Além disso, ele destacou que:
-
A juventude responde positivamente quando tem acesso à cultura de qualidade, contrariando a ideia de que os jovens não se interessam por manifestações culturais.
-
A cultura é um patrimônio essencial, não um entretenimento sem importância. Para Suassuna, ela é "a sede da alma e da honra de uma nação", pois define quem somos como povo.
-
Quem perde o contato com sua cultura perde parte de sua identidade, tornando-se mais vulnerável ao esquecimento de suas origens.
-
O trabalho de preservação histórica e cultural começa na base, nas cidades, escolas, grupos culturais e pessoas comprometidas com a comunidade.
- É preciso confiar na juventude e no povo, porque, quando recebem oportunidades e referências culturais sólidas, eles correspondem.
Em uma única frase, o pensamento de Ariano Suassuna pode ser resumido assim:
"Preservar a história e a cultura de um povo é garantir que as futuras gerações conheçam suas raízes, fortaleçam sua identidade e construam um futuro sem esquecer quem são."
Esse discurso continua muito atual, especialmente para iniciativas de resgate da memória de Custódia, pois reforça que registrar o passado não é apenas recordar fatos antigos, mas construir identidade, cidadania e pertencimento para as próximas gerações.
Memória de Custódia | Há 28 anos, um feito que colocou nossa cidade no mapa internacional
Em janeiro de 1998, Custódia viveu um dos momentos mais marcantes de sua história econômica.
A Tambaú Indústria Alimentícia realizou a sua primeira exportação internacional, enviando 22 toneladas de goiabada cascão produzidas em Custódia pelo Porto de Suape, com destino a Porto Rico e posterior distribuição nos Estados Unidos.
Na época, a empresa já era considerada uma das maiores indústrias do interior nordestino, gerando cerca de 300 empregos diretos, produzindo aproximadamente 600 toneladas de doces por mês e incentivando centenas de pequenos produtores rurais da região.
A reportagem destacava o espírito empreendedor de Gerson Gonçalves de Lima, fundador da Tambaú, que transformou uma pequena fábrica familiar em uma referência nacional no setor alimentício.
Um trecho da reportagem resume bem aquele momento histórico:
"Os americanos vão ficar caídos com o sabor da nossa goiabada", afirmou Gerson Gonçalves de Lima ao celebrar a primeira exportação do doce produzido em Custódia.
Esse episódio marcou a história do município e demonstrou que o Sertão pernambucano também era capaz de produzir alimentos de qualidade para conquistar o mercado internacional.
📖 Fonte: Reportagem publicada em janeiro de 1998.
Você conhecia essa história? Compartilhe para que mais pessoas descubram esse importante capítulo da história de Custódia.
10 julho, 2026
Time Juvenil do Sport de Pedro Aleixo (Julho/1970)
Agachados: João Batista, Binha de Pedim da banca, Jorge Remígio, Luciano Góis Veríssimo e Savinho de seu Domingos. Julho de 1970
Chafariz Público Municipal de Custódia
06 julho, 2026
Memória Viva: O dia em que Custódia uniu passado e presente através da Medalha “Águas do Sabá”
Memória Local: A história por trás do nome da quadra do Colégio Ernesto Queiroz
Quem frequenta as atividades esportivas e culturais no Colégio Municipal Ernesto Queiroz já deve ter reparado na placa que dá nome ao espaço. Mas você conhece a história por trás dela?
03 julho, 2026
"Pintando Memórias" mais do que um livro, um manifesto para quem cria e para quem admira a verdadeira arte.
É com grande entusiasmo que o artista plástico Edmar Sales, compartilhou a prévia de um projeto que está sendo lapidado nos mínimos detalhes. Este livro nasce da necessidade de preencher um vazio no mercado literário artístico, trazendo à tona assuntos profundos e inéditos que raramente são discutidos de forma aberta e acessível.
Ele foi pensado tanto para quem está no campo de batalha da criação quanto para quem aprecia a obra final:
- Para artistas iniciantes e intermediários que buscam bases sólidas para crescer.
- Para artistas experientes que já sabem pintar, mas continuam na busca incansável pela sua própria voz e identidade no mercado.
- Para admiradores e entusiastas, que aprenderão a ler as entrelinhas e a reconhecer o valor real de uma obra genuinamente autoral.
A obra atualmente está em fase de composição e, logo após o término desta etapa, o artista dará início à pré-venda oficial.
Prepare-se para ter acesso a um conteúdo transformador, feito para mudar definitivamente a sua relação com o universo das artes visuais. Fique atento aos próximos capítulos!
SINOPSE
E se a sua maior fonte de originalidade não estivesse na técnica, mas na sua própria história?
Milhares de artistas dedicam anos ao estudo do desenho, da perspectiva, da teoria das cores e das mais diversas técnicas de pintura. Aprendem a observar, a reproduzir imagens e a aperfeiçoar a execução. No entanto, uma pergunta continua acompanhando grande parte deles:
Como encontrar um estilo verdadeiramente próprio?
Em Pintando Memórias, o artista plástico Edmar Sales apresenta um caminho para responder a essa questão. Mais do que ensinar técnicas, este livro propõe uma transformação na maneira de enxergar a arte, mostrando como memória, emoção, luz, observação e interpretação podem se tornar os pilares de uma linguagem artística autêntica.
Ao longo da leitura, você descobrirá como transformar fotografias em narrativas visuais, compreender o papel da atmosfera na pintura, desenvolver uma identidade artística consistente e criar obras que expressem não apenas o que os olhos veem, mas aquilo que permanece vivo na memória.
Baseado no exclusivo Método Sales – Pintando Memórias, o livro conduz o leitor por um processo prático e reflexivo que une experiência, sensibilidade e conhecimento técnico para construir uma produção verdadeiramente autoral.
Se você é um artista iniciante, intermediário ou experiente e sente que ainda procura sua própria voz, este livro foi escrito para você.
Porque existe uma grande diferença entre pintar um lugar…
…e pintar a memória que esse lugar deixou em você.
Neste livro você aprenderá:
* Como desenvolver sua identidade artística.
* Como deixar de apenas copiar fotografias e começar a interpretá-las.
* Como utilizar a luz para transmitir emoção e atmosfera.
* Como transformar lembranças em obras autorais.
* Como fortalecer sua linguagem artística por meio da observação e da memória.
* Como aplicar o Método Sales – Pintando Memórias para criar pinturas que carregam significado, emoção e personalidade.
PINTANDO MEMÓRIAS não é apenas um livro sobre pintura.
É um convite para descobrir que sua maior obra pode começar exatamente onde sua história encontra a arte.
02 julho, 2026
Memória Histórica: A Homenagem do Município de Custódia a Adauto Pereira de Souza (2007)
Em 26 de maio de 2007, a Câmara Municipal de Vereadores de Custódia prestou homenagem ao Sr. Adauto Pereira de Souza. Na ocasião, foi-lhe entregue a Comenda Luiz Epaminondas Nogueira de Barros, instituída por Decreto Legislativo.
A condecoração foi um reconhecimento pelos relevantes serviços prestados ao município de Custódia, não só como prefeito (11/12/1957 a 15/11/1959), mas por ser um cidadão com grande senso de responsabilidade, justiça e honestidade, além de uma influência importantíssima nas decisões partidárias locais.
Adauto Pereira de Souza nasceu no município de Santa Maria do Cambucá, agreste pernambucano, em 06/09/1918. Transferiu-se para Custódia em 1937 para trabalhar na Usina de Caroá José de Vasconcelos, localizada na Fazenda São Gonçalo (que hoje pertence a Betânia, mas na época integrava o município de Custódia).
O Sr. Adauto fixou residência na cidade de Custódia após 17 anos de trabalho na usina. Na cidade, conheceu a Sra. Josefa Lins, com quem se casou e teve 10 filhos. Hoje, a família conta com 22 netos, 43 bisnetos e 6 tataranetos.
Faleceu em 20 de dezembro de 2011.
01 julho, 2026
Os estudos geológicos, hidrogeológicos e geofísicos da região do Açude do DNOCS
Os estudos geológicos, hidrogeológicos e geofísicos da região do Açude Público de Custódia (também conhecido como Açude Marrecas) foram mapeados pelo Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). A bacia é compreendida no contexto geológico do semiárido pernambucano, integrando o Alto Vale do Rio Moxotó.
Embasamento Cristalino:
O município de Custódia está inserido geologicamente na Província Borborema. O substrato é dominantemente composto por rochas cristalinas pré-cambrianas (ígneas e metamórficas), com grande incidência de gnaisses, migmatitos e granitoides.
Estruturas e Fraturas:
As pesquisas do SGB/CPRM e de estudos universitários na área piloto de Caiçara-Samambaia mostram a importância das feições tectônicas (zonas de falhas e fraturamentos) para a estruturação local.
Vocação Subterrânea:
Por estar em terreno cristalino, a água subterrânea ocorre de forma fissural (circulando pelas fraturas das rochas). O cadastramento de poços na região indica uma densidade significativa de captações no município.
Aluviões:
Os mapeamentos do SGB/CPRM constatam a presença de depósitos aluvionares nas margens dos rios e riachos da bacia (como o Rio Moxotó), que são importantes aquíferos locais para a recarga hídrica e manutenção de poços rasos.
Disponibilidade e Clima: A área apresenta precipitação média anual de 828 mm e taxas de evaporação elevadas que alcançam 1896 mm ao ano.
Estudos de Vazão: O comportamento do açude já foi alvo de simulações hidrológicas usando modelos matemáticos (como o Tank Model e o MODHAC) para estimativa de afluência e garantia de disponibilidade hídrica ao longo de séries históricas de mais de 50 anos.
30 junho, 2026
Rodovia com nome de custodiense em Mato Grosso do Sul
Placa na Rodovia Joaquim Tenório Sobrinho (MS-306)
Esta rodovia liga os estados de Mato Grosso do Sul e Mato Grosso. Com aproximadamente 200 km de extensão, a via é um importante corredor logístico para o escoamento de produtos primários de MS e MT em direção aos estados de São Paulo, Paraná e Rio de Janeiro. Além disso, funciona como a principal porta de entrada para produtos industrializados vindos de São Paulo com destino às regiões Centro-Oeste e Norte do país.
Através da Lei Ordinária nº 2059, de 23 de dezembro de 1999, denominou "Joaquim Tenório Sobrinho" a Rodovia MS-306. Publicada no Diário Oficial nº 5.168, de 27 de dezembro de 1999. Revogada pela Lei nº 4.639, de 24 de dezembro de 2014. Governador era José Orcirio Miranda dos Santos.
Joaquim Tenório Sobrinho é custodiense que radicou em Cassilândia, no Mato Grosso do Sul desde 1955. Conhecido popularmente pelo apelido de “Pernambuco”, Joaquim nasceu no sítio Lajedo, localizado no distrito de Quitimbu.
Biografia - Djalma Bezerra de Souza
Fonte: Câmara Municipal de Vereadores (2013)









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