Fotos Antigas da Cidade


Vista áerea das proximidades da Unidade Mista Elizabeth Barbosa. Avenida Inocêncio Lima e outras ruas não eram calçadas. Logo acima, a estrada para o distrito de Quitimbu

Ainda não existia o bairro da Redenção, exceção de poucas casas na entrada da rua Germano Souza Lima, antigamente chamado de Beco do Iraque.



A fábrica de Doces Tambaú, aparece no canto direito logo abaixo, nessa época, com uma estrutura bem pequena, porém já pioneira no estado.




Natal da L.B.A. realizado no dia 25 de dezembro de 1951.



Desfile de 7 de setembro em 1969 pela Praça Padre Leão. Na foto Gilvan Bernardo, Ogival, Jorge Remígio, Savinho Góis, Francisco e Pompeu. De roupa branca e porta bandeira Duzinha …e depois Zilda de Adamastor e Célia Barros.



Vista da Igreja Matriz de São José, na gestão do Prefeito Silvio Carneiro. No canto esquerdo inferior, temos comércio do sr. Joventino Feitosa. Logo abaixo, o mercado de Chá Preto, atualmente mercadinho Cordeiro. Ao lado a antiga residência do sr. Zezito Caju, hoje loja de móveis e consultório dentista no primeiro andar, do seu filho Dr. Ricardo Rivelino. No outro lado da calçada, temos a sorveteria, que anos depois virou pizzaria e hoje é o bar Altas Horas. Um pouco mais abaixo, o primeiro andar da Farmácia Pereira, uma das primeiras da região, fundada em 1937.


Festa do Cinquentenário de Custódia. Da esquerda: Kida AleixoOsmar Simões, Xandinha, Dr. Humberto Medeiros, Jorge Remígio, Antônio Eli, Souza e Otacílio. (setembro de 1978).


Rua João Veríssimo, mais conhecida como Rua da Várzea. Rua do tradicional CLRC – Centro Litero Recreativo de Custódia, da Escola Maria Augusta. No passado tinha um posto de saúde, fábrica de tanino (curtume) de José Estrela, fábrica beneficiadora do caroá de Zé Marinho, o motor gerador de energia elétrica a oléo diesel administrado por José Siqueira Campos – Zé de Isaías e um chafariz público que abastecia a cidade, além de algumas cacimbas de água potável que brotavam no leito dos riachos.


Construção da Praça na Rua 11 de Setembro no Centro da cidade. Sua extensão vai desde da Delegacia Municipal, até chegar a BR-232, passando pela Escola General Joaquim Inácio.


Antigo Parque Infantil Ernesto Queiroz na década de 70. Essa versão do parque não consta o Obelisco e nem o famoso Coreto, existentes quando ainda se chamava Praça 20 de Julho.



Circundada de fazendas e sítios, Custódia era dividida em: Centro, Várzea, Alto, Bomba e o Cruzeiro.

No Centro havia ruas paralelas, divididas em quarteirões. As casas tinham sua frente voltada para a Praça Padre Leão, e o muros para as ruas secundárias, com destaque para Igreja Matriz de São José. Ainda no centro, funcionava casas comerciais, escolas, feiras livres e locais de assistência médica, farmacêutica, jurídica e administrativa. Em noites de luar, a praça Padre Leão transformava-se em grande picadeiro para as cantigas de roda, jogos e correrias.

No oeste ficava a Várzea, num plano abaixo do nível da cidade, onde se passava os afluentes do Rio Moxotó. Existia um posto de saúde, uma escola municipal, uma fábrica de tanino (curtume), uma fábrica de caroá, o motor e o gerador da luz elétrica e um chafariz público para abastecer a cidade.

Para o leste, tínhamos o Alto, na parte mais elevada da cidade, onde a predominância era de casas residenciais. Existia o Grupo Escolar General Joaquim Inácio, o mercado público, o matadouro, a delegacia e a cadeia. Numa área mais reservada, ficava a zona meretrícia e ao lado o cemitério.

Outro local bastante movimentado da cidade, era a Bomba, onde havia o setor hoteleiro, casas de lanche, postos de gasolina e armazéns. Era a porta de entrada e saída da cidade.

Margeando a BR 232, a uns dois quilômetros, ficava o Cruzeiro, na parte mais alta de um morro, símbolo de religiosidade, para onde eram feitas romarias no período de Semana Santa. A caminha até o local, tinha em seu percurso carvoarias, olarias, fábrica de doce japonês, fazendas, sítios e casebres.


Antiga paisagem da Praça Padre Leão, provavelmente nos anos setenta. Nessa época, em toda sua extensão existiam Algarobas e vários bancos. 

Na foto vários comércios que não existem mais, por exemplo: a Farmácia de Severino Pinheiro, o bar O Ponto Certo, o Supermercado de Chá Preto, a Padaria de Dona Jovelina (viúva do ex-prefeito João Miro).


CRUZAMENTO DAS RUAS 20 DE JULHO, NEMÉSIO RODRIGUES E MANOEL BORBA.

Vista parcial do sítio de Dona Nita

Rua Manoel Borba década de 80.

Praça Padre Leão década de 70.

Vista panorâmica de 1983.


15 comentários:

  1. Boas fotos.
    Muito bom relembrar esta terra querida, que é do meu coração. Parabéns pela publicação, nunca devemos desprezar nossa história. Abraços fraternais.

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  2. boas publicaçoes especificamemte falando deveria ter mais coisas esperava mais,mais como e minha terra queriada e fico bom,parabens.

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  3. Custódia não só tem nome,mais também tem muita história,histórias essas que muitas tmb não são contadas aquir,mais que foram vividas com muita intensidades por nossos avós e familiares.Sinto muita saudades dessa terra linda,mais fico muito feliz em saber que nossa cidade esta em fase de crescimento e a população dai merece muito..parabéns pelas plublicaçoês..

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  4. Agora deu saudade desse lugar onde nasceu minha mãe e a qual passei parte da minha infância.

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  5. Parabéns pelo blog, nasci e morei nessa cidade querida até os 20 anos, sinto muita saudade dessa terrinha. Gostei muito de ver o resgate da história da minha cidade. Povo sem memória é povo sem lembranças, permaneçam coletando dados e histórias dos moradores. Sucesso!

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  6. Essa foto de 83, me faz lembrar de uma infância pura, onde podíamos brincar no campinho que fica próximo a roça de seu João Miro no lado esquerda da foto, também tinha ali um cemitério antigo, a praça também dessa época lembro pouco, porque logo fizeram uma reforma, onde só foi feita outra reforma mais recentemente, porém, se tornou o cartão postal da cidade, tenho muito orgulho da minha cidade, agradeço a Paulo pelo seu blog, onde vem resgatando a história desse povo maravilhoso e hospitaleiro, bons tempo, boas amizades, boas lembranças, saudades da ingenuidade...

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  7. Essa foto de 83, me faz lembrar de uma infância pura, onde podíamos brincar no campinho que fica próximo a roça de seu João Miro no lado esquerda da foto, também tinha ali um cemitério antigo, a praça também dessa época lembro pouco, porque logo fizeram uma reforma, onde só foi feita outra reforma mais recentemente, porém, se tornou o cartão postal da cidade, tenho muito orgulho da minha cidade, agradeço a Paulo pelo seu blog, onde vem resgatando a história desse povo maravilhoso e hospitaleiro, bons tempo, boas amizades, boas lembranças, saudades da ingenuidade...

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  8. Conheci essa cidadezinha em 2012, cidade essa bem bonitinha, foi ai que conheci o MEU GRANDE AMOR.....

    DOCINHO BENTO....

    EU TE AMO AMOR....

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  9. Nossa,agora me transportei ao passado da minha infância,quando brincava no parquinho,do lado da igreja...que saudade imensa senti ao ver essa fotos antigas.São lembranças maravilhosas de um tempo que ficará para sempre na memória.
    Obrigada Paulo Peterson,por compatilhar suas lembranças com todos nós!

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  10. Observar estas fotos é viajar no tempo e recordar nossa infância.
    São lembranças de um tempo bom, sem a correria de hoje.

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  11. Parabéns aos responsáveis pelas fotos...

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  12. ESTAS IMAGENS ME FAZ SENTIR MAIS ORGULHO DA MINHA TERRA QUERIDA. CUSTÓDIA TI AMO.

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  13. É mto bom relembrar o passado, há tam pouco tempo, bom trabalho o seu

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  14. bom saber que meus antepassados fizeram parte desta historia

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