O Romance "O Doce Amargo do Açúcar" tem início em Custódia-PE, no engenho de Zé Baé, no sítio Umbuzeiro, e avança em várias direções geográficas (Recife, Berlin, Lisboa, entre outras) para contar a trama do amor de Teresa, uma sinhazinha, por seu escravo Kalimba.
A história se passa no período da Revolução Pernambucana e da Confederação do Equador, em pleno ciclo da cana-de-açúcar, em meio ao comércio transatlântico e a escravização.
O autor resgata a história do quilombo do Catucá dos malunguinhos - no Recife - e as tensões políticas e revolucionárias do momento.
Apesar de o romance ser uma ficção, é totalmente ancorado na história em que Frei Caneca, Cruz Cabugá, Leão Coroado e figuras femininas aparecem como protagonistas envolvidas na luta pela liberdade.
Entre elas se destacam Nzinga, a angolana, Zeferina do quilombo do Urubu, em Salvador, e Nã Agontimé, criadora da Casa das Minas de São Luís do Maranhão.
Entre elas se destacam Nzinga, a angolana, Zeferina do quilombo do Urubu, em Salvador, e Nã Agontimé, criadora da Casa das Minas de São Luís do Maranhão.
Tem ainda a saga do negro Baquaqua, o escravo, que passou por Olinda e se tornou referência por ter escrito sua biografia contando os horrores da viagem .
O romance "O Doce Amargo do Açúcar" resgata um período que não pode ser esquecido pela nova geração.
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Paulo Mapu
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