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21 maio, 2025

Chegada do Padre Leão Pedro Verzeri ao sertão (1918)


 

Segundo matéria entitulada Diário dos Municipios, na edição de 16 de Fevereiro de 1918, do Diário de Pernambuco, foi noticiada a chega do Padre Leão Pedro Verseri, ao municipio de Alagoa de Baixo. Na época, a Vila de Custódia, pertencia a localidade, hoje chamada de Sertãnia. 

Foi recebido por um grande número de pessoas, entre as principais: o coronel Francisco Lopes, chefe político local; Manoel Coelho L. de Albuquerque Né; Esperidião de Sá, Manuel Laet Cavalcanti, Antônio Lopes, Durval O'leron Barreto e Jaime B. de Menezes.

No mesmo dia, foi oferecido um jantar na residência do professor Jaime Bezerra de Menezes,  a recepção foi calarosa, com muitos gritos de "viva" ao padre Leão, pelo visto a população ficou satisfeita com a chegada de um novo Vigário. 



31 março, 2022

Padre Leão durante Primeira Comunhão em 1929


Essa é para o povo de Custódia, especialmente para minha prima Lídia Andrada. Esta foto era emoldurada e pendurada na parede do quarto de papai. No verso ele escreveu que é de 1929 (não disse dia e mês). Trata-se de primeira comunhão, ministrada pelo inesquecível padre Leão, a quem Custódia deve muito, especialmente a construção da bela Igreja Matriz.

Talvez ainda haja alguém vivo dos que foram retratados. Se não, seus descendentes podem identificar mães, pais, avós e avôs. 

Seu Flavio é inconfundível, sentado, com sua característica cabeça. 

Espero que seja uma foto rara para o povo de Custódia, cidade que era um dos seus amores.

30 dezembro, 2021

Padre Leão Pedro Verzeri



Padre Leão Pedro Verzeri, italiano, deixou na sua passagem, a construção da matriz de São José. A abóbada arqueada do seu altar-mor, onde fica o nicho de São José, decorada com anjos e flores em alto-relevo, empresta um estilo gótico àquela construção do século XX. Numa de suas paredes, ele colocou um botijão de barro com a assinatura dos custodienses que colaboraram ativamente nessa construção.




A sua residência, é outro belo exemplo de arquitetura, é uma das residências mais antigas da cidade, hoje moradia de Zezita Queiroz.


(*)Texto retirado do livro Caminhos do Afeto, de Sevy de Oliveira, pag.75, Autoridades Civis e Religiosas.