Plínio Fabricio apresenta o manifesto de fundação do Várzeabeat: a união visceral entre a alma do Sertão, o som do Mangue e a vanguarda da produção audiovisual.
Criado e produzido no Plínio Studio & MC Estúdio, o projeto resgata mais de 30 anos de história da música pernambucana, conectando as memórias dos anos 80, o chão rachado da Várzea em Custódia e a provocação sobre as "telas frias" do presente.
Faixas Principais
Custódia Saudades e Lembranças — As memórias da infância entre 1985 e 1987, a poeira, o cacimbão e o chão da antiga Roça de Dona Nita.
Carcará — A força ancestral da terra e o símbolo máximo da resiliência sertaneja.
Caracaraplankus — A fusão entre o biológico e o futurista: Descubra o que é essa entidade em áudio e vídeo!
Flor de Majoeira
Bate Severina
O Alto do Cruzeiro — O registro espiritual de fé e superação no morro de Monteiro-PB.
O Fungado do Seu Zé — A homenagem à convivência de terreiro, à prosa na calçada e à saudade dos grandes amigos. (E outras faixas em produção)
A História e o Movimento
O Várzeabeat não nasce para buscar a fama pela fama, mas como um movimento de sobrevivência, resistência e legado. A fome e a seca do corpo vivenciadas na infância evoluíram para a fome da mente e o adestramento digital da sociedade contemporânea.
Unindo a inteligência artificial, o suor dos acordes de violão e a poeira de Pernambuco, o trabalho reflete desde o lendário Bar do Seu Chiquinho — coração pulsante da Várzea onde a cultura popular acontecia nos tamboretes de madeira — até as metáforas do carcará contemporâneo com asas de alumínio afiadas.
"O tempo não devora apenas corpos. Devora a atenção."
— Plínio Fabrício
Ficha Técnica & Lançamento
Conceito e Produção Audiovisual: Plínio Fabrício (Plínio Studio / MC Estúdio)
Selo: VΔRZEΔBEΔT
Disponibilidade: no canal oficial do YouTube, YouTubemusic e Spotify.
Aumente o som, puxe a cadeira de balanço e venha testemunhar o nascimento de um novo capítulo da música pernambucana.
BORRACHA RISCADA, BORRACHA RASGADA | A Hipocrisia da Elite
"Essa música não pede aplausos. Ela traz respostas."
► A História
Um hino em homenagem profunda às raízes, à história e à saudade da nossa terra, e às pessoas que realmente fizeram a história do nosso município. Esta é uma resposta artística e técnica, consolidada pelo tempo. Pois só o tempo dá resposta a tudo.
► FICHA TÉCNICA
Música: Custódia: Saudades e Lembranças
Tom Original: Gm
Ano da Gravação Original: 2017
Autor: Plínio Fabrício
Voz: Voz guia original de Plínio Fabrício da gravação original, com modificação sintética com uso de tecnologia
Produção: Canal Plínio Fabrício
Co-produção: Plínio Studio
► OUTROS TRABALHOS, LANÇAMENTO INTERNACIONAL E REDES.
O Várzeabeat nasce da união visceral entre a alma do Sertão, o som do Mangue de um local esquecido por decadas.
► NOTA DE ARTE
"O tempo não devora apenas corpos. Devora a atenção."
♪ Plínio Fabrício
► A HISTÓRIA
Carcará é o manifesto de fundação do movimento Várzeabeat, a união entre a alma do sertão, o som do mangue e a vanguarda da produção audiovisual.
Um resgate profundo de mais de 30 anos de história na música pernambucana e na alma vivida nos anos 80 diante das injustiças sociais da época e, hoje, diante das telas frias que matam de fome o senso educacional e social perante a bíblia moral de telas frias, de alimentos e vícios como a escassez e descaso das autoridades.
► Obra criada e produzida por Plínio Fabrício no Plínio Studio / MC Studio, trazendo a essência do Manguebeat em uma narrativa solene e cortante.
► Não é sobre fama: é sobre sobrevivência, transformação e uma luta de esperança para deixar um legado para as próximas gerações.
Não é apenas música: é um movimento de consciência, arte, resiliência e resistência a memória: é o resgate de mais de 30 anos de história.
A seca e a fome do corpo nos anos 80 evoluíram para a fome da mente e o adestramento pelas telas frias do presente.
A Fusão do Ancestral com o Futuro: A força da voz nordestina e a poeira da terra abraçando a inteligência artificial e a produção independente de ponta.
Simbologia Viva do Carcará, a terra rachada e o prato de alumínio amassado com cuscuz como espelhos da nossa realidade social, espiritual.
Nos dias contemporâneos, um pássaro com asas de alumínio afiadas, "uma lâmina em fio".
► Verdade e Legado:
Não é sobre fama ou dinheiro pelo dinheiro.
É sobre sobrevivência, transformação da luta em esperança e a construção viva de um pai para o futuro de sua protegida e futuras gerações.
🎙️ Album Carcará / 2026
Faixas:
1. CUSTÓDIA SAUDADES E LEMBRANÇAS
2. CARCARÁ
3. FLOR DE MAJOEIRA
🎞
OUTRAS EM PRODUÇÃO.
► Concept & Audio Visual Production:
Plinio Fabrício | Plínio Studio & MC ESTÚDIO
MÚSICA: CARCARÁ
ARTISTA: PLÍNIO FABRÍCIO
CONCEPÇÃO: PLÍNIO FABRÍCIO
► A VOCÊS INSCRITOS, MEMBROS E ALUNOS: NOSSA PROFUNDA GRATIDÃO.
🎬 Estamos alcançando 31K.
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O Canal Januncio Siqueira no Youtube, juntou todas as músicas compostas para homenagear a cidade de Custódia, autorias de Zé Caboclo, Plinio Fabricio, Ederaldo Lemos respectivamente, é claro, do próprio Januncio.
Músicas:
Só Lembrando de Custódia, de Zé Caboclo. Custódia meu Berço, de Januncio Siqueira Tempinho bom, de Ederaldo Lemos Ladeira da Saudade, de Plinio Fabricio
Era uma vez um velho que vivia em uma casa na beira de um campo. Todos os dias, ele acordava cedo e caminhava lentamente pelos arredores, apreciando a beleza da natureza ao seu redor.
Um dia, enquanto percorria o campo, o velho notou uma pequena flor solitária, resistindo bravamente a seca ao seu redor. Intrigado pela coragem dessa frágil arte da natureza, aproximou-se cautelosamente e a admirou de perto. Era uma flor rosa brilhante, irradiando uma sensação de alegria.
O velho decidiu regar a flor todos os dias, trazendo um pouco de vida e cuidado para a solitária flor.
Aos poucos, a flor começou a florescer e a se tornar mais forte, provando que o amor e a atenção podem fazer toda a diferença.
À medida que o tempo passava, o velho e a flor desenvolveram um vínculo especial.
Ele compartilhava seus pensamentos e memórias com a flor, e ela respondia com sua bela fragrância e cores vibrantes. Eles se tornaram inseparáveis, encontrando consolo e felicidade um no outro.
O velho aprendeu a saborear cada momento ao lado daquela pequena flor. Ele percebeu que a vida é uma dádiva e que o amor pode ser encontrado nas formas mais inesperadas.
Ele já não se sentia solitário, pois a flor se tornou sua companheira e confidente.
Um dia, quando a flor estava em seu pleno esplendor, o velho encontrou um jovem casal passando pelo campo.
Eles estavam encantados com a beleza da flor e perguntaram ao velho como ele havia conseguido cultivá-la tão esplendidamente em tamanha seca.
O velho sorriu e compartilhou sua história de amor com a jovem dupla.
O casal, inspirado pela história e tocado pela ligação entre o velho e a flor, decidiu espalhar sementes de amor e cuidado por todo o campo, para que mais flores pudessem florescer e trazer felicidade a outros corações solitários.
A bondade e o amor, representados pela ligação entre o velho e a flor, logo se espalharam por todo o campo, transformando-o em um mar de cores e fragrâncias. E assim, o velho encontrou sua finalidade e a flor encontrou seu propósito: inspirar e trazer beleza para o mundo, espalhando amor e esperança onde quer que estivessem.
E essa história de amor entre o velho e a flor que continuará a ser contada, inspirando gerações futuras a cultivarem o amor e a fazerem a diferença nas vidas daqueles ao seu redor.
No
ano de 2015, precisei viajar para Recife para me tratar de fortes dores
de cabeça. Recordo-me que estava muito doente na época e era necessária
aquela viajem. Viajei com um sentimento de saudade e preocupação.
Passava um filme na minha cabeça, dos momentos que vivi na Rua da
Várzea, onde eu cresci.
Para
mim, o mundo girava naquele lugar. Carnaval, São João, era lá, onde
tudo acontecia. Ao entrar na (Van), no banco de trás que sentei,
encontrei um pedacinho de papel rasgado e amassado da bandeira de
Custódia. Fiquei com ela na mão e a saudade apertou, antes mesmo de sair
dos limites da cidade. Então
veio a primeira frase; "Um taco do sertão do meu Brasil". Na cabeça a
frase, na mão o taco de papel e no coração a saudade.
Então,
peguei o celular e comecei a gravar o poema. "Menina dos olhos de
Pernambuco", frase que sempre ouvia do meu professor Dr. Pedro Pereira.
"Não sei ao certo qual a tua origem", existem duas versões que deram origem ao nome Custódia.
"Berço,
minha mãe gentil", lugar onde nasci e cresci. Formando assim a primeira
estrofe na composição de versos decassílabos, no sentido mais poético
do que histórico.
A
parte histórica começa na segunda estrofe, "Terra onde pisou Lampião",
Lampião e seus cangaceiros estiveram por várias vezes de passagem no
Riacho do Gado, próximo a serra de João Dias.
"Seu
Jorge no rastro da chinela", seu Jorge foi meu meu vizinho e amigo do
meu avô. Foi soldado da volante que perseguiu Lampião. Ficava encantado
com as conversas e sentava quietinho ao lado do meu avô, imaginando
aquelas histórias.
"Dos poemas de Sevy me lembrei", fazia pouco tempo que havia lido um poema de Sevy em um Blog aqui da cidade.
"Com
tia Ceiça, minha primeira lição", minha primeira professora do ensino
público, isso marcou bastante minha vida. Também poderia citar; tia Cecy
Rafael, tia Marlene Feitosa, tia Leônia Simóes, tia Lindinalva Almeida,
minha mãe, sem elas não estaria aqui escrevendo!
"De
seu Florêncio os tiros de bacamarte, a festejar as noites de São João",
meu vizinho, amigo do meu avô, pois o mundo girava naquela rua da
várzea.
"Devoto de Padim Pade Ciço", santo tradicional do sertão.
"Com
mestre Lunga aprendi um montão", ah mestre Lunga! O meu avô, a minha
vida! Com ele aprendi tanta coisa. Uma coisa ele sempre me pediu, fazer
as coisas com amor. Rígido, mas amoroso, reclamava que eu tocava violão
muito ruim. Seguindo o seu conselho esforcei-me para aprender violão,
mas não deu tempo ele escutar que havia aprendido pois, Deus precisou
dele.
O
Refrão "Custódia prendi meu coração", "Saudade dos meus tempos de
menino" , "Das feiras do Parque de Adamastor", Parque esse feito de
madeira onde eu brinquei muito nas festas tradicionais da cidade.
"Das
missas celebradas aos domingos", "Do doce cheiro da Tambaú, Fábrica de
Doces, Orgulho da nossa cidade. "Em Zé das máquinas um bom filme eu vi
lá". Aqui entra a figura da minha mãe na música.
Voltei
do Recife após 23 dias e trouxe a música, mas queria mais informações
das pessoas que se destacaram ao longo da história.
Pedi
a mainha que escrevesse os personagens e as suas respetivas histórias e
assim ela fez. Aí foi um quebra-cabeças para rimar nomes próprios para
formação dos versos, mas fui tentando.
Ao som dos "Ardentes eu dancei", Banda baile tradicional da cidade nas décadas de 60 e 70.
"Com Neta Gois conheci o bê a bá'', professora de bastante referência da nossa terra.
"Terra de Ernesto Queiroz" Prefeito no ano de (1939 à 1944/1947 à 1951/1959 à 1963).
"Terra do Mito Luizito", prefeito nos anos de (1977 à 1983/1993 à 1995).
"Em
seu Domingos na Casa Góis em comprei; um candeeiro, uma viola e um
brinco", Seu Domingos um dos primeiros comerciantes de Custódia e
fundador da Casa Góis.
"O
brinco eu dei ao meu amor, o sanfoneiro a luz de um candeeiro, a minha
viola a lua quem contemplou e a saudade aqui dentro do peito" versos
poéticos, completando assim a segunda estrofe.
"Pra
onde voou Carcará, pássaro típico do sertão, "De onde surgiu o Cariri,
Era um bloco carnavalesco que saia no sábado de carnaval, após o Zé
Pereira.
"Nos
carnavais seu Joventino a brincar, no mela-mela ao banho de chafariz",
na rua da várzea existia o chafariz, onde, a população brincava o
carnaval e o seu Joventino, era um desses foliões que marcaram aquelas
festividades.
"Torrão do Padroeiro José, São José o Santo Padroeiro de Custódia.
"Do Ilustre Orlando Ferraz" Dr Orlando, médico e de família tradicional e um dos primeiros médicos a exercer a função.
"Totonho, Osórío e Zé Florêncio, figuras ilustres, também de família tradicional, sendo Zé Florêncio prefeito em (1963 à 1964).
"Do enfermeiro Antônio do posto um ás, Antônio do posto, enfermeiro de grande conhecimento na área.
"Zé
Caboclo nessas bandas tocou, de Luiz Gonzaga a Triste Partida, no
coração a saudade ficou, de lembranças da minha terra querida", Uma das
estrofes mais importantes da música, nela encontra-se na sua poesia o
título que dá origem a canção (Custódia, Saudades e Lembranças).
"Como
poderia esquecer, das oratórias de Dr Pedro, do meu vizinho Luiz
Amaral, de Gerson Pinto e Sílvio Carneiro (Prefeito de 1969 à 1973),
Anfilófio e seu Chico Eugênio, ilustres filhos Custódia é o berço".
Ilustres filhos que se destacaram, para o crescimento e desenvolvimento
da nossa querida Custódia.
No começo dessa Avenida, lá existe "A Ladeira da Saudade", retratada nessa canção de Plínio Fabrício, que faz parte do seu CD "Pro Mode que tu existe?"
Ter composta essa canção "A Ladeira da Saudade" é relembrar minha infância e de quem vivenciou essa época. Compus em música em 2021 em um período difícil de pandemia (covid-19). Recordo-me que nesse período reformei a minha loja, onde funcionava a oficina do meu avô, mestre Lunga. Na demolição daquela oficina confesso que doeu minha alma, pois ali estava uma história de um "avôpai". Ao demolir a oficina, o pedreiro encontrou uma chave de fenda de cabo verde e quando vi aquela ferramenta pensei em guardá-la, mas não me pertencia. A saudade bateu forte. Pedi ao pedreiro para colocá-la na fundação da coluna do prédio. Daí, veio todas as lembranças. O pé de castanhola que havia em frente a casa do meu avô, onde eu e meus amigos jogamos bola, as ruínas do curtume onde com eles joguei bila. Na época havia um chafariz em frente ao mercado público onde as lavanderias vinhas lavar roupas, os banhos que tomei no rio que corta esse lugar, onde se encontra o Parque Dona Nita. As lembranças do São João, carnaval, festas tradicionais da Avenida João Veríssimo, que quando criança chamávamos de várzea pela localização em um baixio. O título da música traz a lembrança da Ladeira, onde decíamos com carrinhos de rolimã que fica no início da avenida. Contudo, em uma das estrofes a frase que mais me identifico nessa canção é: "O cheiro da madeira em meu quintal" pelo fato do meu avô ter sido carpinteiro e as tábuas de mandacaru verde exalavam um aroma forte que até hoje sinto.
Olá pessoal, eu tenho uma novidade para compartilhar com vocês hoje! Recentemente, compilei uma coletânea de músicas com minhas próprias composições e gostaria de apresentá-la a todos vocês.
Essa coletânea representa anos de trabalho e dedicação à minha paixão pela música. Desde o primeiro acorde até a mixagem final, cada música é uma expressão única do meu estilo musical.
Se você gosta de música autoral, espero que aprecie essa coletânea. Ela apresenta uma variedade de gêneros musicais, desde forró, chorinho, xote, acústicas, rock, Instrumental, etc.Há algo para todos os gostos.
Todas as faixas foram cuidadosamente selecionadas para apresentar o melhor do meu trabalho, então espero que vocês gostem. A coletânea está disponível em várias plataformas de streaming, como Spotify, Apple Music e YouTube Music, então fiquem à vontade para ouvi-la em qualquer uma dessas plataformas.
Gostaria de agradecer a todos vocês, inscritos pelo apoio contínuo e incentivo ao longo dos anos. Espero que essa coletânea de músicas possa trazer; amor, realidade e boas lembranças para sua vida e que vocês desfrutem tanto quanto eu. Muito obrigado e aproveite as músicas!
Se ainda não é inscrito em meu Canal, peço que se inscreva. Isso me ajuda a manter viva o que corre nas minhas veias, a arte!
Músicas:
01 - Meu Nome é Otário 02 - Visão Agalopada 03 - Aquela Estrela 04 - O Brilho de Lampião 05 - Maria Cor de Canela 06 - Pro Mode Que Tu Existe? 07 - A Ladeira da Saudade 08 - Mensageiro Beija-flor 09 - Um Xote Sem Safona 10 - Custódia, Saudades e Lembranças 11 - Meu Recife 12 - O Que Fizeram Com Você? 13 - No Baque do Teu Coração 14 - Tudo Vai Passar 15 - Do Alto do Cruzeiro 16 - Um Beijo de Adeus 17 - Coração Quebrado 18 - Coração Que Chora 19 - September Rain (Instrumental) 20 - The Way I Fell (Instrumental) 21 - Which Way I Fell (Instrumental) 22 - Freedom (Instrumental)
A arte digital em aquarela é uma técnica de pintura que dá uma aparência e a textura da aquarela tradicional, pois permite criar obras de arte com a mesma sensação e estilo da aquarela tradicional, mas com a flexibilidade e conveniência do meio digital em 4k ou 8k, tanto para uso pessoal ou empresarial.
Veja algumas exemplos da nossa arte impressa. Posso criar no projetos no estilo que desejar.
Which Path Will I Take - Plínio Fabrício | Instrumental Mix Synthesizers
Artista: Plínio Fabrício Arte e Edição: Plínio Fabrício Instrumental
The Way I Feel - Plínio Fabrício | Pop Rock
Música: Way I Feel Artista: Plínio Fabrício Arte e Edição: Plínio Fabrício Voz Sintética: Plínio Fabrício
the way I feel here's my advice told you the way I feel is my advice I hold you this is my advice told you the way I feel here's my advice.
A Maneira Que Eu Sinto
A maneira que eu sinto aqui É o meu conselho Te disse que o que eu sinto É o meu conselho Eu te abraço, este é o meu Conselho Te disse como me sinto Aqui está o meu conselho
Freedom - Plínio Fabrício | Synth Rock
Música: Freedom - Plínio Fabrício Música com mistura de Guitarras e Sintetizadores. Synth Rock
Amor ou Dinheiro? - Plínio Fabrício Arte Gráfica: Plínio Fabrício
Amor ou dinheiro Questão a se escolher Entre coração e bolso, qual valor prevalecer? Dinheiro compra coisas, O amor só traz alegria Mas é possível viver Uma vida dividida? Dinheiro compra luxo, conforto e regalias Amor, a felicidade, Traz a paz e harmonia Amor, não é comprado Isso é fato! Eu te explico É um sentimento raro Construído todo dia Dinheiro compra viagens Mudam a fé, quem diria! Mas o amor é a jornada Descoberta em poesia Entre amor e o dinheiro escolho, o ficar do amor Pois ele me dá riquezas Que vão além do valor. O dinheiro sei que é útil mas não é o que me faz Pois o amor é o que move Preenchendo minha paz Então, me entrego ao amor Que seja feita sua escolha Pois ele quem move a vida E não riquezas à toa.
Levando a música custodiense para a Paraíba, na voz do artista, Alexandre Pé de Serra. Um Baião rico em sotaque, rico em
rotina do nosso nordeste. Logo estará sendo tocada nos palcos de Campina
Grande. Breve em todos as plataformas e redes sociais. A pré-Produção tem arranjos do acordeonista Itallo Costa com produção musical Eloy Tiago Eloy Studio.
Música: Pro Mode Que Tu Existe? Artista: Alexandre Pé de Serra Compositor: Plínio Fabrício
Clipe Cinco Tons - Plínio Fabrício | 3° CD Canal: https://youtu.be/icNC6B49LJM
Letra: Plínio Fabrício
Nem tudo que reluz é ouro Nem tudo que queima é fogo Nem toda poesia rima Nem todo belo é jeitoso
Nem todo frouxo é um fraco Nem todo sombrio é escuro Nem todo fecho é cerrado
No meu solo de fertilidade Com cinco tons sem ser de cor Nem todo afeto é de amor Não diz o que penso, nem o que sou Não é tudo que marreta o aço Nem toda joia tem valor
Nem toda bala é bombom Uma só nota não é tom Nem todo troncho é errado Nem todo toque é um som Nem todo trecho é caminho Às vezes só, não é sozinho Nem todo longe é distante Nem toda flor contém espinhos
No meu solo de fertilidade Com cinco tons sem ser de cor Nem todo afeto é de amor Não diz o que penso, nem o que sou Não é tudo que marreta o aço Nem toda joia tem valor.