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03 agosto, 2026

ÁLBUM CARCARÁ (2026) — A Origem do Várzeabeat novo trabalho de Plínio Fabrício



Plínio Fabricio apresenta o manifesto de fundação do Várzeabeat: a união visceral entre a alma do Sertão, o som do Mangue e a vanguarda da produção audiovisual.

Criado e produzido no Plínio Studio & MC Estúdio, o projeto resgata mais de 30 anos de história da música pernambucana, conectando as memórias dos anos 80, o chão rachado da Várzea em Custódia e a provocação sobre as "telas frias" do presente.

Faixas Principais

Custódia Saudades e Lembranças — As memórias da infância entre 1985 e 1987, a poeira, o cacimbão e o chão da antiga Roça de Dona Nita.

Carcará — A força ancestral da terra e o símbolo máximo da resiliência sertaneja.

Caracaraplankus — A fusão entre o biológico e o futurista: Descubra o que é essa entidade em áudio e vídeo!

Flor de Majoeira

Bate Severina

O Alto do Cruzeiro — O registro espiritual de fé e superação no morro de Monteiro-PB.

O Fungado do Seu Zé — A homenagem à convivência de terreiro, à prosa na calçada e à saudade dos grandes amigos. (E outras faixas em produção)

A História e o Movimento

O Várzeabeat não nasce para buscar a fama pela fama, mas como um movimento de sobrevivência, resistência e legado. A fome e a seca do corpo vivenciadas na infância evoluíram para a fome da mente e o adestramento digital da sociedade contemporânea.

Unindo a inteligência artificial, o suor dos acordes de violão e a poeira de Pernambuco, o trabalho reflete desde o lendário Bar do Seu Chiquinho — coração pulsante da Várzea onde a cultura popular acontecia nos tamboretes de madeira — até as metáforas do carcará contemporâneo com asas de alumínio afiadas.

"O tempo não devora apenas corpos. Devora a atenção."
— Plínio Fabrício

Ficha Técnica & Lançamento
Conceito e Produção Audiovisual: Plínio Fabrício (Plínio Studio / MC Estúdio)

Selo: VΔRZEΔBEΔT

Disponibilidade: no canal oficial do YouTube, YouTubemusic e Spotify.

Aumente o som, puxe a cadeira de balanço e venha testemunhar o nascimento de um novo capítulo da música pernambucana.


BORRACHA RISCADA, BORRACHA RASGADA | A Hipocrisia da Elite



O Fungado do Seu Zé 



DO ALTO DO CRUZEIRO



BATE SEVERINA



Cararacaraplanklus



CARCARÁ

HINO: Custódia, Saudades e Lembranças | Plínio Fabricio | 2026

 



► NOTA DE ARTE 
​♪ Plínio Fabrício
​"Essa música não pede aplausos. Ela traz respostas." 

​► A História 

​Um hino em homenagem profunda às raízes, à história e à saudade da nossa terra, e às pessoas que realmente fizeram a história do nosso município. Esta é uma resposta artística e técnica, consolidada pelo tempo. Pois só o tempo dá resposta a tudo. 

​► FICHA TÉCNICA 

​Música: Custódia: Saudades e Lembranças 

​Tom Original: Gm
​Ano da Gravação Original: 2017 
​Autor: Plínio Fabrício 
​Voz: Voz guia original de Plínio Fabrício da gravação original, com modificação sintética com uso de tecnologia 

​Produção: Canal Plínio Fabrício 
​Co-produção: Plínio Studio 

​► OUTROS TRABALHOS, LANÇAMENTO INTERNACIONAL E REDES.

CLIQUE AQUI PARA OUVIR OUTROS TRABALHOS DE PLÍNIO

Um taco do sertão do meu Brasil
Menina dos olhos de Pernambuco
Não sei ao certo qual a tua origem
Custódia berço, minha mãe gentil

Terra onde pisou Lampião
Seu Jorge no rastro da chinela
Dos poemas de Sevy me lembrei
Com tia Ceiça minha primeira lição

De seu Florêncio os tiros de Bacamarte
A festejar as noites de São João
Devoto de “Padim pade Ciço”
Com seu Lunga aprendi um montão

Custódia prende meu coração
Saudade dos meus tempos de menino
Das feiras do parque de Adamastor
Das missas celebradas aos domingos

Do doce cheiro da Tambaú
Em Zé das Máquinas um bom filme eu vi lá
Ao som dos Ardentes eu dancei
Com Neta Góis conheci o bê abá

Terra de Ernesto Queiroz
Terra do mito Luizito, em seu Domingos
Na Casa Góis eu comprei
Um candeeiro, uma viola e um brinco

O brinco eu dei ao meu amor
O Candeeiro ao som de um sanfoneiro
A minha viola a lua quem contemplou
E a saudade aqui dentro do peito

Pra onde voou o carcará
De onde surgiu o cariri
Nos carnavais seu Joventino a brincar
No mela-mela ao banho de chafariz

Torrão do padroeiro José
Do ilustre Orlando Ferraz
De Totonho, Osório e Zé Florêncio
Do enfermeiro Antonio do Posto um ás

Zé Caboclo nessas bandas tocou
De Luiz Gonzaga a triste partida
No coração a saudade ficou
De lembranças da minha terra querida

Como poderia esquecer
Das oratórias de Dr. Pedro
Do meu vizinho Luiz Amaral, De Gerson Pinto
E Silvio Carneiro, Anfilófio e seu Chico Eugênio
Ilustres filhos Custódia é o berço

26 julho, 2026

CARCARÁ | Movimento VárzeaBeat - Plínio Fabrício

 



O Várzeabeat nasce da união visceral entre a alma do Sertão, o som do Mangue de um local esquecido por decadas. 

​► NOTA DE ARTE

​"O tempo não devora apenas corpos. Devora a atenção."
♪ Plínio Fabrício
► A HISTÓRIA

​Carcará é o manifesto de fundação do movimento Várzeabeat, a união entre a alma do sertão, o som do mangue e a vanguarda da produção audiovisual.
Um resgate profundo de mais de 30 anos de história na música pernambucana e na alma vivida nos anos 80 diante das injustiças sociais da época e, hoje, diante das telas frias que matam de fome o senso educacional e social perante a bíblia moral de telas frias, de alimentos e vícios como a escassez e descaso das autoridades.
► Obra criada e produzida por Plínio Fabrício no Plínio Studio / MC Studio, trazendo a essência do Manguebeat em uma narrativa solene e cortante.
► Não é sobre fama: é sobre sobrevivência, transformação e uma luta de  esperança para deixar um legado para as próximas gerações. 

Não é apenas música: é um movimento de consciência, arte, resiliência e resistência a memória: é o resgate de mais de 30 anos de história. 

A seca e a fome do corpo nos anos 80 evoluíram para a fome da mente e o adestramento pelas telas frias do presente.

A Fusão do Ancestral com o Futuro: A força da voz nordestina e a poeira da terra abraçando a inteligência artificial e a produção independente de ponta. 

Simbologia Viva do Carcará, a terra rachada e o prato de alumínio amassado com cuscuz como espelhos da nossa realidade social, espiritual.
Nos dias contemporâneos, um pássaro com asas de alumínio afiadas, "uma lâmina em fio".

► Verdade e Legado: 

Não é sobre fama ou dinheiro pelo dinheiro. 
É sobre sobrevivência, transformação da luta em esperança e a construção viva de um pai para o futuro de sua protegida e futuras gerações.
🎙️ Album Carcará / 2026

Faixas:

1. CUSTÓDIA SAUDADES E LEMBRANÇAS
2. CARCARÁ
3. FLOR DE MAJOEIRA
🎞 
OUTRAS EM PRODUÇÃO.

► Concept & Audio Visual Production: 
Plinio Fabrício | Plínio Studio & MC ESTÚDIO 

MÚSICA: CARCARÁ
ARTISTA: PLÍNIO FABRÍCIO
CONCEPÇÃO: PLÍNIO FABRÍCIO
► A VOCÊS INSCRITOS, MEMBROS E ALUNOS: NOSSA PROFUNDA GRATIDÃO.
🎬 Estamos alcançando 31K.

🌺 Vocês que caminharam e caminham conosco nessa missão de arte, consciência e criação independente: o seu apoio é o combustível que mantém a arte viva e nos impulsiona a ir cada vez mais longe.
► Inscreva-se no canal, ative o sininho e acompanhe o lançamento dos próximos capítulos dessa jornada.
Com amor,
♪ Plínio Fabrício & Plínio Studio.

11 dezembro, 2025

"A história da canção VOLTA PARA MIM, composição de Ederaldo Lemos.

 


"A história da canção "VOLTA PARA MIM", composição de Ederaldo Lemos, interpretada por Betão e melodia de Plínio Fabrício. 

Esta é uma de tantas histórias que tivemos juntos. 

Ao familiares e amigos, saudades do Eterno Betão."

Por: Ederaldo Ĺemos

25 agosto, 2025

Músicas em homenagem a Custódia - PE

 



O Canal Januncio Siqueira no Youtube, juntou todas as músicas compostas para homenagear a cidade de Custódia, autorias de Zé Caboclo, Plinio Fabricio, Ederaldo Lemos respectivamente, é claro, do próprio Januncio. 

Músicas:

Só Lembrando de Custódia, de Zé Caboclo.
Custódia meu Berço, de Januncio Siqueira
Tempinho bom, de Ederaldo Lemos
Ladeira da Saudade, de Plinio Fabricio


03 julho, 2023

O Velho e a Flor - Plínio Fabrício


Todos os Direitos Reservados ®.

 

Era uma vez um velho que vivia em uma casa na beira de um campo. Todos os dias, ele acordava cedo e caminhava lentamente pelos arredores, apreciando a beleza da natureza ao seu redor. 
 
Um dia, enquanto percorria o campo, o velho notou uma pequena flor solitária, resistindo bravamente a seca ao seu redor. Intrigado pela coragem dessa frágil arte da natureza, aproximou-se cautelosamente e a admirou de perto. Era uma flor rosa brilhante, irradiando uma sensação de alegria. 
 
O velho decidiu regar a flor todos os dias, trazendo um pouco de vida e cuidado para a solitária flor.
 
Aos poucos, a flor começou a florescer e a se tornar mais forte, provando que o amor e a atenção podem fazer toda a diferença. 
 
À medida que o tempo passava, o velho e a flor desenvolveram um vínculo especial.
 
Ele compartilhava seus pensamentos e memórias com a flor, e ela respondia com sua bela fragrância e cores vibrantes. Eles se tornaram inseparáveis, encontrando consolo e felicidade um no outro. 
 
O velho aprendeu a saborear cada momento ao lado daquela pequena flor. Ele percebeu que a vida é uma dádiva e que o amor pode ser encontrado nas formas mais inesperadas.
Ele já não se sentia solitário, pois a flor se tornou sua companheira e confidente. 
 
Um dia, quando a flor estava em seu pleno esplendor, o velho encontrou um jovem casal passando pelo campo.
 
Eles estavam encantados com a beleza da flor e perguntaram ao velho como ele havia conseguido cultivá-la tão esplendidamente em tamanha seca.
 
O velho sorriu e compartilhou sua história de amor com a jovem dupla. 
 
O casal, inspirado pela história e tocado pela ligação entre o velho e a flor, decidiu espalhar sementes de amor e cuidado por todo o campo, para que mais flores pudessem florescer e trazer felicidade a outros corações solitários. 
 
A bondade e o amor, representados pela ligação entre o velho e a flor, logo se espalharam por todo o campo, transformando-o em um mar de cores e fragrâncias. E assim, o velho encontrou sua finalidade e a flor encontrou seu propósito: inspirar e trazer beleza para o mundo, espalhando amor e esperança onde quer que estivessem. 
 
E essa história de amor entre o velho e a flor que continuará a ser contada, inspirando gerações futuras a cultivarem o amor e a fazerem a diferença nas vidas daqueles ao seu redor.

Plínio Fabrício
Custódia-PE
03/07/2023

06 maio, 2023

A História da Música - Custódia, Saudades e Lembranças (Plínio Fabrício)



No ano de 2015, precisei viajar para Recife para me tratar de fortes dores de cabeça. Recordo-me que estava muito doente na época e era necessária aquela viajem. Viajei com um sentimento de saudade e preocupação. Passava um filme na minha cabeça, dos momentos que vivi na Rua da Várzea, onde eu cresci. 

Para mim, o mundo girava naquele lugar. Carnaval, São João, era lá, onde tudo acontecia. Ao entrar na (Van), no banco de trás que sentei, encontrei um pedacinho de papel rasgado e amassado da bandeira de Custódia. Fiquei com ela na mão e a saudade apertou, antes mesmo de sair dos limites da cidade. 

Então veio a primeira frase; "Um taco do sertão do meu Brasil". Na cabeça a frase, na mão o taco de papel e no coração a saudade. 

Então, peguei o celular e comecei a gravar o poema. "Menina dos olhos de Pernambuco", frase que sempre ouvia do meu professor Dr. Pedro Pereira. 

"Não sei ao certo qual a tua origem", existem duas versões que deram origem ao nome Custódia. 

"Berço, minha mãe gentil", lugar onde nasci e cresci. Formando assim a primeira estrofe na composição de versos decassílabos, no sentido mais poético do que histórico. 

A parte histórica começa na segunda estrofe, "Terra onde pisou Lampião", Lampião e seus cangaceiros estiveram por várias vezes de passagem no Riacho do Gado, próximo a serra de João Dias. 

"Seu Jorge no rastro da chinela", seu Jorge foi meu meu vizinho e amigo do meu avô. Foi soldado da volante que perseguiu Lampião. Ficava encantado com as conversas e sentava quietinho ao lado do meu avô, imaginando aquelas histórias. 

"Dos poemas de Sevy me lembrei", fazia pouco tempo que havia lido um poema de Sevy em um Blog aqui da cidade.

"Com tia Ceiça, minha primeira lição", minha primeira professora do ensino público, isso marcou bastante minha vida. Também poderia citar; tia Cecy Rafael, tia Marlene Feitosa, tia Leônia Simóes, tia Lindinalva Almeida, minha mãe, sem elas não estaria aqui escrevendo! 

"De seu Florêncio os tiros de bacamarte, a festejar as noites de São João", meu vizinho, amigo do meu avô, pois o mundo girava naquela rua da várzea. 

"Devoto de Padim Pade Ciço", santo tradicional do sertão. 

"Com mestre Lunga aprendi um montão", ah mestre Lunga! O meu avô, a minha vida! Com ele aprendi tanta coisa. Uma coisa ele sempre me pediu, fazer as coisas com amor. Rígido, mas amoroso, reclamava que eu tocava violão muito ruim. Seguindo o seu conselho esforcei-me para aprender violão, mas não deu tempo ele escutar que havia aprendido pois, Deus precisou dele. 

O Refrão "Custódia prendi meu coração", "Saudade dos meus tempos de menino" , "Das feiras do Parque de Adamastor", Parque esse feito de madeira onde eu brinquei muito nas festas tradicionais da cidade. 

"Das missas celebradas aos domingos", "Do doce cheiro da Tambaú, Fábrica de Doces, Orgulho da nossa cidade. "Em Zé das máquinas um bom filme eu vi lá". Aqui entra a figura da minha mãe na música.

Voltei do Recife após 23 dias e trouxe a música, mas queria mais informações das pessoas que se destacaram ao longo da história. 

Pedi a mainha que escrevesse os personagens e as suas respetivas histórias e assim ela fez. Aí foi um quebra-cabeças para rimar nomes próprios para formação dos versos, mas fui tentando. 

Ao som dos "Ardentes eu dancei", Banda baile tradicional da cidade nas décadas de 60 e 70. 

"Com Neta Gois conheci o bê a bá'', professora de bastante referência da nossa terra. 

"Terra de Ernesto Queiroz" Prefeito no ano de (1939 à 1944/1947 à 1951/1959 à 1963). 

"Terra do Mito Luizito", prefeito nos anos de (1977 à 1983/1993 à 1995). 

"Em seu Domingos na Casa Góis em comprei; um candeeiro, uma viola e um brinco", Seu Domingos um dos primeiros comerciantes de Custódia e fundador da Casa Góis. 

"O brinco eu dei ao meu amor, o sanfoneiro a luz de um candeeiro, a minha viola a lua quem contemplou e a saudade aqui dentro do peito" versos poéticos, completando assim a segunda estrofe. 

"Pra onde voou Carcará, pássaro típico do sertão, "De onde surgiu o Cariri, Era um bloco carnavalesco que saia no sábado de carnaval, após o Zé Pereira. 

"Nos carnavais seu Joventino a brincar, no mela-mela ao banho de chafariz", na rua da várzea existia o chafariz, onde, a população brincava o carnaval e o seu Joventino, era um desses foliões que marcaram aquelas festividades. 

"Torrão do Padroeiro José, São José o Santo Padroeiro de Custódia. 

"Do Ilustre Orlando Ferraz" Dr Orlando, médico e de família tradicional e um dos primeiros médicos a exercer a função. 

"Totonho, Osórío e Zé Florêncio, figuras ilustres, também de família tradicional, sendo Zé Florêncio prefeito em (1963 à 1964). 

"Do enfermeiro Antônio do posto um ás, Antônio do posto, enfermeiro de grande conhecimento na área. 

"Zé Caboclo nessas bandas tocou, de Luiz Gonzaga a Triste Partida, no coração a saudade ficou, de lembranças da minha terra querida", Uma das estrofes mais importantes da música, nela encontra-se na sua poesia o título que dá origem a canção (Custódia, Saudades e Lembranças). 

"Como poderia esquecer, das oratórias de Dr Pedro, do meu vizinho Luiz Amaral, de Gerson Pinto e Sílvio Carneiro (Prefeito de 1969 à 1973), Anfilófio e seu Chico Eugênio, ilustres filhos Custódia é o berço". Ilustres filhos que se destacaram, para o crescimento e desenvolvimento da nossa querida Custódia.

Por Plínio Fabrício.




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23 abril, 2023

"A ladeira da saudade" de Plínio Fabrício


No começo dessa Avenida, lá existe "A Ladeira da Saudade", retratada nessa canção de Plínio Fabrício, que faz parte do seu CD "Pro Mode que tu existe?"

Ter composta essa canção "A Ladeira da Saudade" é relembrar minha infância e de quem vivenciou essa época. Compus em música em 2021 em um período difícil de pandemia (covid-19). Recordo-me que nesse período reformei a minha loja, onde funcionava a oficina do meu avô, mestre Lunga. Na demolição daquela oficina confesso que doeu minha alma, pois ali estava uma história de um "avôpai". Ao demolir a oficina, o pedreiro encontrou uma chave de fenda de cabo verde e quando vi aquela ferramenta pensei em guardá-la, mas não me pertencia. A saudade bateu forte. Pedi ao pedreiro para colocá-la na fundação da coluna do prédio. Daí, veio todas as lembranças. O pé de castanhola que havia em frente a casa do meu avô, onde eu e meus amigos jogamos bola, as ruínas do curtume onde com eles joguei bila. Na época havia um chafariz em frente ao mercado público onde as lavanderias vinhas lavar roupas, os banhos que tomei no rio que corta esse lugar, onde se encontra o Parque Dona Nita. As lembranças do São João, carnaval, festas tradicionais da Avenida João Veríssimo, que quando criança chamávamos de várzea pela localização em um baixio. O título da música traz a lembrança da Ladeira, onde decíamos  com carrinhos de rolimã que fica no início da avenida. Contudo, em uma das estrofes a frase que mais me identifico nessa canção é: "O cheiro da madeira em meu quintal" pelo fato do meu avô ter sido carpinteiro e as tábuas de mandacaru verde exalavam um aroma forte que até hoje sinto.


Plínio Fabrício

 




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08 abril, 2023

Poema És amigo?





Poema: És amigo?
Plínio Fabrício
Abril/2023

Joga na fogueira sem dó
Seu perdão não me comove
Um vulto em chamas é bom?
Minha alma não se move

E quando o fogo já arde
Em tom da clareza do clima
Sem olhar para trás, cê foge
Para ver ao menos as cinzas

E quantos você já jogou?
Não volte a pedir atenção
Não verá que a ventania
Leva corpo, não o coração

Então, meu caro, não tente
No fogo tentar me jogar
Ele não destrói, purifica!
Mas, tente de novo jogar!

Feliz Páscoa!

 

27 março, 2023

O orgulho e o Humilhar (Plínio Fabrício)




O orgulho e o humilhar
Dois males tão profundos
Que afastam do caminho
Corações que foram juntos

Humilhar é uma armadilha
Que no ego faz cair
Os fracos pensam grandes
Quando certo é diminuir

Orgulho, por sua vez
Coloca-se num pedestal
Sendo o maior ou talvez!?
A pura ilusão final

Ninguém é dono do mundo
Nem do pensar ou da razão
Humildade é que afaga
É chave, a porta da união

Não deixe o orgulho engolir
E a soberba te cegar
Mantenha o coração simples
Sempre livre para amar.

Plínio Fabrício
26/03/23.

 

12 março, 2023

Coletânea, Minhas Canções (Plínio Fabrício)

Olá pessoal, eu tenho uma novidade para compartilhar com vocês hoje! Recentemente, compilei uma coletânea de músicas com minhas próprias composições e gostaria de apresentá-la a todos vocês.

Essa coletânea representa anos de trabalho e dedicação à minha paixão pela música. Desde o primeiro acorde até a mixagem final, cada música é uma expressão única do meu estilo musical.

Se você gosta de música autoral, espero que aprecie essa coletânea. Ela apresenta uma variedade de gêneros musicais, desde forró, chorinho, xote, acústicas, rock, Instrumental, etc.Há algo para todos os gostos.

Todas as faixas foram cuidadosamente selecionadas para apresentar o melhor do meu trabalho, então espero que vocês gostem. A coletânea está disponível em várias plataformas de streaming, como Spotify, Apple Music e YouTube Music, então fiquem à vontade para ouvi-la em qualquer uma dessas plataformas.

Gostaria de agradecer a todos vocês, inscritos pelo apoio contínuo e incentivo ao longo dos anos. Espero que essa coletânea de músicas possa trazer; amor, realidade e boas lembranças para sua vida e que vocês desfrutem tanto quanto eu.
Muito obrigado e aproveite as músicas!

Se ainda não é inscrito em meu Canal, peço que se inscreva. Isso me ajuda a manter viva o que corre nas minhas veias, a arte!


Músicas:

01 - Meu Nome é Otário
02 - Visão Agalopada
03 - Aquela Estrela
04 - O Brilho de Lampião
05 - Maria Cor de Canela
06 - Pro Mode Que Tu Existe?
07 - A Ladeira da Saudade
08 - Mensageiro Beija-flor
09 - Um Xote Sem Safona
10 - Custódia, Saudades e Lembranças
11 - Meu Recife
12 - O Que Fizeram Com Você?
13 - No Baque do Teu Coração
14 - Tudo Vai Passar
15 - Do Alto do Cruzeiro
16 - Um Beijo de Adeus
17 - Coração Quebrado
18 - Coração Que Chora
19 - September Rain (Instrumental)
20 - The Way I Fell (Instrumental)
21 - Which Way I Fell (Instrumental)
22 - Freedom (Instrumental)

11 março, 2023

A arte digital de Plínio Fabrício


 
A arte digital em aquarela é uma técnica de pintura que dá uma aparência e a textura da aquarela tradicional, pois permite criar obras de arte com a mesma sensação e estilo da aquarela tradicional, mas com a flexibilidade e conveniência do meio digital em 4k ou 8k, tanto para uso pessoal ou empresarial.

Veja algumas exemplos da nossa arte impressa. Posso criar no projetos no estilo que desejar.

Plínio Fabrício
Contanto no WhatsApp.
(87)999786261

02 março, 2023

Duas sombras, um oposto - Plínio Fabrício


A sombra do homem
Companheira e constante
Segue sem dar descanso
Sendo atrás ou bem diante

Segue firme sem amarra
Não dá refresco nenhum
Você para, ela para
Não trás alívio algum

Você corre, ela corre
E não há como fugir
Não há como escapar
Sombra sempre a perseguir

Diferente de uma árvore
Sombra que não o persegue
O homem quem a procura
Dá alívio a sua pele

A sombra de uma árvore
Mansa, refúgio e conforto
Uma sombra refrescante
Duas sombras, um oposto.

Plínio Fabrício
01/03/23

01 março, 2023

Plínio Fabrício lança 3 novas músicas no Youtube

 
Which Path Will I Take - Plínio Fabrício | Instrumental Mix Synthesizers

Artista: Plínio Fabrício
Arte e Edição: Plínio Fabrício
Instrumental



The Way I Feel - Plínio Fabrício | Pop Rock

Música: Way I Feel
Artista: Plínio Fabrício
Arte e Edição: Plínio Fabrício
Voz Sintética: Plínio Fabrício

the way I feel here's my advice
told you the way I feel is my advice
I hold you this is my advice
told you the way I feel here's my advice.

A Maneira Que Eu Sinto

A maneira que eu sinto aqui
É o meu conselho
Te disse que o que eu sinto
É o meu conselho
Eu te abraço, este é o meu Conselho
Te disse como me sinto
Aqui está o meu conselho


Freedom - Plínio Fabrício | Synth Rock

Música:  Freedom - Plínio Fabrício
Música com mistura de Guitarras e Sintetizadores.
Synth Rock

ESCUTE SUA DISCOGRAFIA

3° CD - Revoada:
CLIQUE AQUI

2° CD - Pro Mode Que Tu Existe?:
CLIQUE AQUI

1° CD - Visão Agalopada:
CLIQUE AQUI 

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Ative o sininho.


Baixar Cd's e Singles:
CLIQUE AQUI


26 fevereiro, 2023

Coração de Pedra - Plínio Fabrício


Voltando a caminhar, andando pelas ruas largas da várzea, encontrei essa pedra em forma de coração. Fiz esse poema que se tornará canção.


Coração de Pedra - Plínio Fabrício

Coração de pedra
Não conhece sentimento
Não bate dentro do peito
Pedra sem movimento

Sendo quente ou sendo fria
Coração sem proteção
Com a mão pode tocar
Mas não toca uma paixão

É capaz de aquecer
Essa pedra sem o amor
Não penetra tua alma
Só te queima de calor

Calor esse, não é dela!
Que o sol te alimente
Quentura que pele queima
Ardor queima e sente

Mesmo quente, fria e forte
Pedra ajuda a construir
Não força que dá conforto
O que há dentro de ti

De verdade é o que pulsa
O calor da tua alma
Ele é capaz de ouvir
A Palavra que não fala

Coração dentro e pulsante
Sem o sol para aquecer
Ele move tua vida
Teu caminho a percorrer.

Plínio Fabrício
Fevereiro/2023
Custódia-PE

17 fevereiro, 2023

Amor ou Dinheiro? Plínio Fabrício



Amor ou Dinheiro? - Plínio Fabrício
Arte Gráfica: Plínio Fabrício



Amor ou dinheiro
Questão a se escolher
Entre coração e bolso,
qual valor prevalecer?
Dinheiro compra coisas,
O amor só traz alegria
Mas é possível viver
Uma vida dividida?
Dinheiro compra luxo,
conforto e regalias
Amor, a felicidade,
Traz a paz e harmonia
Amor, não é comprado
Isso é fato! Eu te explico
É um sentimento raro
Construído todo dia
Dinheiro compra viagens
Mudam a fé, quem diria!
Mas o amor é a jornada
Descoberta em poesia
Entre amor e o dinheiro
escolho, o ficar do amor
Pois ele me dá riquezas
Que vão além do valor.
O dinheiro sei que é útil
mas não é o que me faz
Pois o amor é o que move
Preenchendo minha paz
Então, me entrego ao amor
Que seja feita sua escolha
Pois ele quem move a vida
E não riquezas à toa.

Plínio Fabrício
16/02/2023.

15 fevereiro, 2023

Sertão - Plínio Fabrício



Sertão - Plínio Fabrício
Arte Gráfica - Plínio Fabrício

 

De solo seco e selvagem
Sou sol e sou tempestade
Sou forte, quão o meu povo
De tão infinita vontade

És, tão perto e tão distante
Porque mãe!? Tu me escondes?
Sou belo, rico, uma fonte
Cristalina exuberante

Alma rica e contente
Povo alegre, mas carente
Mas que canta todo dia
Povo que nunca se rende

Sou o berço da tua história
De sol quente abrasador
Lugar da arte, da cultura
Que amena e afaga a dor

Sou tua alma, és minha mãe
Mesmo me dizendo, "não!"
Mas, mãe!? Quais são teus filhos?
Afinal, que pensa, então?

Sou contraste de belezas
Sou alma que aqui vos fala
Se arrancas e tu me calas
Rasgo em ti a tua alma.

Somos todos filhos teus
E não filhos de plebeus
Mas, rude se fôra assim
Arrumamos outra mãe e fim.

Perderá a sua origem
Seu coração, sua vez e voz
Então pagará justa dívida
Tirada quinhentos anos de nós.

Plínio Fabrício
13/02/2023

31 janeiro, 2023

Cantor paraibano Alexandre Pé de Serra grava composição de Plínio Fabrício


Levando a música custodiense para a Paraíba, na voz do artista, Alexandre Pé de Serra. Um Baião rico em sotaque, rico em rotina do nosso nordeste. Logo estará sendo tocada nos palcos de Campina Grande. Breve em todos as plataformas e redes sociais. A pré-Produção tem arranjos do acordeonista Itallo Costa com produção musical Eloy Tiago Eloy Studio. 

 



Música: Pro Mode Que Tu Existe?
Artista: Alexandre Pé de Serra
Compositor: Plínio Fabrício


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Simbora meu povo forrozeiro.

08 janeiro, 2023

Clipe Cinco Tons - Plínio Fabrício | 3° CD / Revoada.

 



Clipe Cinco Tons - Plínio Fabrício | 3° CD
Canal: https://youtu.be/icNC6B49LJM

Letra: Plínio Fabrício

Nem tudo que reluz é ouro
Nem tudo que queima é fogo
Nem toda poesia rima
Nem todo belo é jeitoso

Nem todo frouxo é um fraco
Nem todo sombrio é escuro
Nem todo fecho é cerrado

No meu solo de fertilidade
Com cinco tons sem ser de cor
Nem todo afeto é de amor
Não diz o que penso, nem o que sou
Não é tudo que marreta o aço
Nem toda joia tem valor

Nem toda bala é bombom
Uma só nota não é tom
Nem todo troncho é errado
Nem todo toque é um som
Nem todo trecho é caminho
Às vezes só, não é sozinho
Nem todo longe é distante
Nem toda flor contém espinhos

No meu solo de fertilidade
Com cinco tons sem ser de cor
Nem todo afeto é de amor
Não diz o que penso, nem o que sou
Não é tudo que marreta o aço
Nem toda joia tem valor.


3 ° CD - Revoada:
https://www.youtube.com/playlist?list=PLv1uo2EhPXeZhy_KayVutipzELmCXK1iJ

2 ° CD - Pro Mode Que Tu Existe?:
https://www.youtube.com/playlist?list=PLv1uo2EhPXebl_89G5WNsKF-nS9BQDlDD

1° CD - Visão Agalopada:
https://www.youtube.com/playlist?list=PLv1uo2EhPXeaGN0A_Hka45nsmeFnqZOEB

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