14 março, 2026

Primeiros Sapateiros de Custódia



Francisquinho Laurentino, Raimundo de Mana, Tarcísio de Margarida de Manoel Henrique,
Flávio Laurentino, Luiz de Quitéria. 




Sapataria de Dourinho na Bomba, alguns identificados:

Luiz de Quitéria, Francisquinho Laurentino, Bastinho de Antônio Cota, Raimundo de Mana,
Dourinho e Zito Laurentino.

Quem souber mais nomes, por favor, deixa nos comentários dessa postagem.

13 março, 2026

Inauguração da Escola José Pereira Burgos (1980)


Foto: Marcos Moura
(Colorida com IA com autorização)


Inauguração da Escola José Pereira Burgos, antigamente chamado de "Polivalente". o evento foi realizado em 27 de Dezembro de 1980.

Erem José Pereira Burgos, recebeu uma comitiva formada por secretários, deputados e políticos da região, além do Prefeito da Cidade, Luiz Epaminondas Filho.

Ao microfone, Dep. Antônio Airton Benjamim, na época Secretário de Transportes de Pernambuco; Marcos Moura, Secretário do PDS 2 em Custódia, do Dep. Joel de Holanda, do Governador Marco Maciel e do Dep. Federal Inocêncio Oliveira.

Marcos Moura ainda recebeu a comitiva do Governador, em sua residência, na Rua Dr. Manoel Borba nº 308, e de seu amigo Belchior Ferreira Nunes. 

Posse do Prefeito Belchior Ferreira Nunes (1989)


(foto colorida com IA)

Foto da posse de Belchior como Prefeito de Custódia, em primeiro de Janeiro de 1989.

Além do prefeito eleito, esposa D. Teca, o vereador Washington Nestor Gois do Amaral, Maria de Aranha, filho Toinho, além de outras pessoas não identificadas.


12 março, 2026

Praça Padre Leão na década de 1950


Foto: Família Gonçalves


Uma rara imagem da Praça Padre Leão, provavelmente na década de 1950, o registro foi feito do Hotel Sabá, de propriedade do sr. Amaro e Maria Gonçalves. Este hotel tinha sua fachada para a Avenida Inocêncio Lima e seus dormitórios, eram situados na parte de trás, com vista para a Praça Padre Leão.

Alguns detalhes chamam atenção, a Igreja Matriz de São José ainda não tinha o seu relógio. As canoa de Duda Ferraz, pai de Adamastor. Ele que também tinha o serviço da Rádio Difusora Duas Américas, que começava logo cedo com mensagens para namorados e propaganda das casas comerciais e de profissionais liberais da época.

O prédio da Farmácia Pereira aparece do lado direito e foi um dos primeiros edifícios de dois pavimentos do município.

Construída na administração do Prefeito Joel Inocêncio Gomes Lima, provavelmente concluída entre 1953 e 1954. Inicialmente tinha o nome de Praça 04 de Outubro, quando era ainda chão batido, e após a construção, passou a ser Praça Padre Leão. A foto é de março de 1960.





A segunda imagem, provavelmente é de 1958, de autoria do IBGE, também é de mesma época, porém mais antiga. O Centro de Custódia constituia-se de ruas paralelas, divididas em quarteirões de casas conjugadas, e alguns becos.

As moradias tinha sua frente para voltada para a praça Padre Leão, e os muros e quintais, para as ruas secundárias, formando assim, um largo retangularde terra batida, com a Igreja Matriz de São José em destaque.

Nesse largo, hierarquicamente o mais importante e o mais simbólico, funcionavam as casas comerciais, escolas, feira livre e locais de assistência médica, farmacêutica, juridica e administrativa. Nas noites de luar, o espaço transformava-se, sob a mágica das crianças, num grande picadeiro, para as cantigas de roda, jogos e correria.

Texto: Paulo Peterson, com informações de Berenice Gonçalves, José Melo e Sevy Oliveira.

Ps:

As fotos originais são preto e branco, foi usado IA para colorir, sem alterar as caracteristicas originais. Todos os Direitos Reservados aos seus autores: Familia Gonçalves e IBGE

2ª noite da Novena do Glorioso São José


Na 2ª noite da Novena do Glorioso São José, vivemos mais um momento de fé e comunhão em nossa paróquia. A Santa Missa foi presidida pelo Pe. Marcus Wallace, reunindo a comunidade para juntos elevarmos nossas preces a Deus pela intercessão de São José.

Nesta noite, tivemos como noiteiros: Polícia Militar, BEPI, Polícia Civil, Segurança Privada, Fórum, Ministério Público, Defensoria Pública, Advogados, Cartórios, Escritórios, Justiça Eleitoral, Conselho Tutelar e o Setor São Rafael: Capim, Velha Chica, Buenos Aires, Buenos Aires – Coração de Jesus, Lamarão, Açudinho, Logradouro e Lagoinha.

Que São José, exemplo de fé, silêncio e fidelidade, continue abençoando e intercedendo por todos que participaram desta noite de oração e devoção. 

Publicado por Paróquia São José de Custódia-PE

Recomendações II - autor Cristiano Jerônimo



Não meça ninguém pela sua própria régua
Cada um de nós tem uma medida e uma cor
Respeite os povos que têm as suas próprias regras
Tente enxergar as coisas com um sentido mais de amor.

 Não deixe que todos vistam a mesma roupa
Nem propague culpa a quem afirma ser pecado
Os seres humanos foram abduzidos pelo consumo
O carro, a casa, os móveis, o trabalho, tudo propagado.

A vergonha, na pauta de costumes, não existe na verdade
As diferenças em cada cruzamento de latitude com longitude
Em cada ponto do planeta há uma cabeça pensando diferente
Há também as atrofias do não desenvolvimento das sementes.

Use o raciocínio lógico para conduzir as suas profundas emoções
Na vida, nenhuma proposição ou posição pode ser diferente do binário
Todas as sentenças são divididas em apenas duas opções: verdadeiro ou falso
Não existe, em verdade, aquela alternativa que configure em vida a terceira opção.

 Não existe mais ou menos uma árvore que canta com os galhos segredos
Ou é árvore ou não é; a vida segue e – no entanto – estamos na relatividade
Mas não somos. Estamos. E seguimos o caminho evolutivo pela nossa educação
Mas, a  gente pensa de uma forma que sufoca e nos atinge desde a mais tenra idade.

 Foi dito na tábua, não julgue o outro; mas muitos se usam como juízes morais
O complexo de subserviência do mais pobre em relação ao rico é algo escravizante
Muitas vezes, preferimos a caverna à luz do mundo de fora e, com isso, nos limitamos
A vida, em seu percurso, às vezes, não é nada do que prometeram nem do que sonhamos. 

Por pensar muito, eu sou vários... Permitam-me.

Cristiano Jerônimo
Recife - março 2026

Para conhecer mais sobre o autor, acesse seu blog:

LITEROMANIA

11 março, 2026

Sábado dia 14 tem Seresteiro de Triunfo pelas ruas de Custódia -PE


No dia 14 de março, às 21h, as ruas de Custódia serão tomadas por músicas, romantismo e muitas emoções!

O grupo Seresteiros de Triunfo, formado por músicos apaixonados, vêm pela primeira vez à Custódia-PE, prometem tocar músicas inesquecíveis pelas principais ruas do centro da cidade, finalizando no Pavilhão da Igreja Matriz de São José. 

 O grupo por onde passa, leva alegria e romance às ruas com suas canções românticas. Uma mistura de talento e dedicação e melodias suaves e letras apaixonadas.

Venha viver o encanto da seresta, recordando e se deixando levar por canções que tocam o coração.

Convide quem você ama, traga sua alegria e venha fazer parte dessa noite especial 

Custódia te espera ao som da seresta!

Apoio: Prefeitura Municipal

O BATENTE LÁ DE CASA - Autor Jorge Remígio


Sentado no batente da Casa das Noivas, que era justamente a casa em que eu residia
nos últimos anos da década de cinquenta.


Eu ficava um bom tempo do dia sentado no batente da entrada da casa onde morávamos. Talvez seja esta uma das memórias mais remotas de minha longínqua infância. São memórias misturadas e vividas entre o final do ano de 1957 e o final do ano de 1959, quando mudamos de endereço e fomos residir na Rua Manoel Borba. Nesse espaço temporal, eu tinha entre três e cinco anos de idade, morava com os meus pais e o único irmão, Antônio. A casa ficava por trás da Igreja de São José, na Rua Vinte de Julho, local bastante privilegiado para a minha imaginação, devido ao fluxo contínuo de pessoas que passavam na rua em frente da casa, num vai e vem constante e ininterrupto.

Eu ficava horas sentado, observando a cidade passar na minha frente, pois quase tudo convergia para a Várzea, local onde ficava o chafariz da cidade. Era uma infinidade de mulheres com rodilhas de pano na cabeça, para equilibrar e amenizar o peso das latas d’água que carregavam o dia inteiro, para encher os tanques dos banheiros residenciais. Passavam, também, rapazes novos e adultos, com toalhas no pescoço e saboneteiras nas mãos, nessa mesma direção, justamente porque, conjugado ao chafariz, tinham uns banheiros masculinos.

Quando chegava o final da tarde, era o momento onde os sapateiros, em grupos, se dirigiam para o chafariz, porém, como já era uma prática habitual, faziam duas paradas obrigatórias antes de chegarem nos banheiros. A primeira era logo após a ladeira, na bodega de seu Né da Várzea, e a segunda, em Maria Galega, onde tomavam suas lapadas de Serra Grande com umbu, caju, ou mesmo qualquer outra fruta da época, antes de se deliciarem nos chuveiros de jato forte e frio do chafariz público.

Na frente da minha casa, tinha um pé de aglaia. Aliás, essa árvore foi plantada na frente de muitas residências do centro, e posteriormente cortadas na década de sessenta, devido a proliferação de um inseto que adorava cair nos olhos dos humanos. Mas, era uma árvore frondosa, que provocava uma imensa sombra, local ideal para um descanso para quem conduzia galões de água nos ombros, logo após ter subido a grande ladeira da Várzea.

Eu via meninos de onze ou doze anos, pararem embaixo daquela árvore, totalmente exaustos, e eu me compadecia do sofrimento deles. Realmente era cruel, uma carga muito pesada para tão pouca idade. O que me impressionava, naquele universo, era o barulho das vozes das pessoas falando ao mesmo tempo. Não era um burburinho, porque falavam alto e o som das vozes reverberava num ecoar ininteligível aos meus ouvidos. A tecnologia era um futuro distante, portanto, as vozes eram potencializadas pelo silêncio das máquinas inexistentes. Não se ouvia sons de nenhum objeto eletrônico naquele tempo, e a zuada do motor de algum automóvel, era bastante rara.

Vi muitas vezes, na minha tela, um bando de meninos já grandes, atazanando um pobre rapaz com sofrimento psíquico. Eles vinham lá do início da rua da frente, nas imediações da casa de seu Né Marinho, onde hoje é o Boticário, e atiravam muitas pedras e gritavam “Maraváia, Maraváia, Maraváia”. Este revidava as pedradas, mas tinha que correr para não ser atingido, entrava no beco de seu Manoel Henrique, e se mandava para as bandas de Iguaraci. Minha mãe, no interior da casa, quando ouvia essa gritaria, corria até o batente onde eu observava toda aquela cena, e me conduzia para dentro, me protegendo das pedras. Eu não entendia o porquê daquelas agressões gratuitas contra aquele pobre coitado e, quando cresci, identifiquei alguns daqueles meninos transgressores.

A minha autonomia de voo era bastante limitada, se restringia a alguns metros na calçada no sentido do casarão de seu Ernesto Queiroz, ou até a casa dos meus tios avós, Maria e Apolônio Carneiro, na rua da frente, no caso, a Padre Leão. Eu fazia esses percursos, geralmente pedalando no meu velocípede, e, em uma certa ocasião, parei defronte a terceira casa da Rua Padre Leão. Ela tinha a sala em um plano bastante baixo, havendo a necessidade de descer uns batentes para adentrar nela. Meu olhar foi de encontro a de um homem em seu interior, e me chamou bastante atenção. Ele era baixo, tinha uma cor avermelhada, grisalho e usava uns óculos de grau com armações grossas de cor preta. Ficamos por segundos nos fitando e guardei a fisionomia dele na memória.

Quando eu me deslocava para fora desses limites, era na companhia da minha mãe. Ela me levava para casa dos meus avós maternos, Samuel Carneiro e Prezalina Souza, que residiam em uma casa que tinha duas frentes. Uma dava para Praça Padre Leão, ao lado de onde hoje fica o Banco do Brasil, e a outra, dava para Bomba, que é a Av. Inocêncio Lima.

Mas, eu adorava mesmo quando íamos para casa da minha avó Anita, mãe do meu pai, porque ela morava em um sítio que ficava por trás da Rua da Várzea. Era o meu paraíso, sinto até hoje o aroma daquelas mangas deliciosas e do cheiro forte dos cajus. No sítio tinha uma imensidão de fruteiras, e uma lagoa encantadora, bem próxima da casa da minha avó, e quando chegavam as invernadas, ficava com as suas margens bordadas de beldroegas e os sapos coaxando aos montes, entoavam uma verdadeira sinfonia. O riacho cortava ao meio todo aquele paraíso, e nos períodos de trovoadas enchia o seu leito com água corrente e barrenta, muitas vezes vindo em enxurradas. Para coroar todo esse semblante embelezador da paisagem, os imponentes e altos coqueiros enfileirados à margem do riacho.

Mas, o melhor mesmo era o aconchego que a minha avó Anita me dava. Era a casa das quatro mulheres, porque residiam, além da minha avó, a tia Maria Eunice, a tia Maria Dulce, que casou no ano de 1959 e foi residir na Bahia, e a prima Jussara Burgos, que, ainda muito novinha, foi morar naquele paraíso. Ela foi minha primeira amiga e, nas nossas brincadeiras e imaginações infantis, criávamos mundos e histórias. Quando estávamos embaixo do grande juazeiro ao lado da casa, ela olhava para a imensa torre de tijolos aparente da chaminé do curtume, e me dizia que ali era um castelo, e que moravam um príncipe e uma princesa naquele local. Todo o percurso da minha casa até o sítio era inovador e, muitas vezes, até emocional. A minha mãe segurava na minha mão e descíamos a grande ladeira sempre movimentadíssima de um tráfego humano frenético na direção, em sua maioria, para o chafariz público. Percorríamos toda extensão da rua, até a entrada do sítio, onde hoje fica o Pelotão da PMPE.

Aquele local era aberto, e havia um fluxo de pessoas que transitavam por trás das casas que ficam ao lado da Escola Maria Augusta. A entrada do sítio era uma bifurcação, e foi justamente alí que eu vi pela primeira vez uma caravana de ciganos. Paramos e ficamos observando, como também todos transeuntes que vislumbravam aquele espetáculo. Eles vinham em grupos, com muitas carroças de tração animal, as mulheres vestidas com saias longas e coloridas de cetim, com muitos enfeites e bijuterias, os homens com chapéus grandes e pretos, usando botas, e vi até uns com brincos, outros com violão, além de muitos cavalos e objetos como, tachos e outros utensílios domésticos.

As mulheres ciganas perguntavam, para aquela população curiosa, se podiam ler suas mãos, e eu, sem entender muito, mas deslumbrado com aquele espetáculo fascinante, observava eles passarem na direção do centro. Minha admiração pelos ciganos foi efêmera, pois quando eles sumiram e continuamos nosso caminho para o sítio, a minha mãe falou que eu tivesse muito cuidado, pois era comum os ciganos raptar crianças. Passei anos acreditando nesse preconceito, tão difundido naquele tempo.

No lado oposto da entrada do sítio, acho que umas duas casas depois da residência de seu Lunga, tinha um armazém onde se acomodava muito couro, acho que era uma parte do curtume que ficava ao lado. Quem administrava era uma moça muito bonita, chamada Jandira, filha do dono do curtume. O meu pai tinha um caminhão e fazia uma viagem semanal para Recife. Além de muitas novidades, sempre trazia as revistas O Cruzeiro e Manchete. Folheando-as, via muitas musas do cinema americano, sempre presente naquelas edições, e quando avistava Jandira, na calçada da rua da Várzea, comparava ela com aquelas atrizes hollywoodianas. Minha mãe sempre parava para conversar com ela, e em um dia iluminado, Jandira me botou em seus braços e me suspendendo, falou. “Jorginho, eu sou sua namorada!” Eu fiquei nas nuvens, e alimentei aquela declaração não sei até quando.


No primeiro dia do mês de abril do ano de 1958, eu tinha três anos, cinco meses e seis dias. Claro que essa data eu fui tomar conhecimento muito tempo depois. Era um dia ensolarado, e eu me encontrava na companhia de dois filhos de Zé Biá, o qual era caseiro do sítio e residia em uma casinha de taipa, bem próximo ao riacho. Além de caseiro, ele tinha uma bandinha de pífano e era um excelente músico popular. Tocava pífano nas novenas e em outras festas também, como batizados, casamentos e aniversários. De repente, por volta do meio dia, ouvimos vários estampidos e pensei ser fogos ou bombas, muito comum até nos dias de hoje. Félix era o maior e falou categoricamente. “É tiro, é tiro!”

Foram vários disparos. Na tarde daquele mesmo dia, fiquei curioso com a quantidade de gente em frente de uma casa logo após onde meu tio Apolônio residia, e, sem a minha mãe tomar conhecimento, peguei o velocípede e me dirigi até aquele local. Muitos homens usavam paletó e vi mulheres chorando. Olhei de fora na direção da sala onde jazia, em um leito, um homem sem vida. Ainda observei o seu rosto sereno, e, justamente nesse momento, minha mãe chegou, me colocou de volta no velocípede e me conduziu na direção da nossa casa.

Porém, logo em seguida, ela me levou para o outro lado da rua. Indaguei o porquê de fazer aquele trajeto. Ela me falou que não queria passar em frente da casa onde estava sendo velado Vitoriano. Ele havia assassinado João Veríssimo do Amaral. Antes de entrarmos em nossa residência, olhei na direção da casa que tinha a sala em um plano bastante baixo, e me lembrei do dia em que olhei fixamente para o homem de cor avermelhada, grisalho, com óculos de grau e armação preta que estava no interior daquela casa.


Jorge Remígio
Recife, março de 2026.

Fotos: 

(algumas fotos foram modificadas usando Inteligência Artificial, sem mudar as caracteristicas originais, e com autorização do autor). Se usar, credite o autor por favor.


João Veríssimo do Amaral,  nasceu no dia 11/11/1909 na cidade de Mata Grande-AL, filho de Euclides do Amaral  Góis e de Maria Rosa do Amaral. 
Faleceu no dia 01/04/1958 na cidade de Custódia-PE.



Minha avó Ana Pereira de Sá (Dona Nita) e a prima Jussara Burgos. Foto de 1956.



Minha mãe Ozanira e meu irmão Antônio.  Foto de 1956.



Com meus filhos em frente a casa ainda sem modificada em 2002.





Foto no sítio da minha avó, no ano de 1958.



Curtume uma industria custodiense



Várzea no final dos anos 70


 
Rua João Veríssimo,  popularmente conhecida como Várzea. Ao lado direito prédio do antigo chafariz público já modificado. O prédio não mais existe. Foto do início dos anos dois mil.



Sítio da minha avó Anita. O meu Paraíso. Cheia de 1960