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30 junho, 2026

Biografia - Djalma Bezerra de Souza


Fotos: Arquivo Familiar


Djalma Bezerra de Souza, nascido em 04 de julho de 1925, em Custódia, no Sítio Vitória, filho de Antônio Fontino de Souza e Filomena Bezerra de Souza, teve muitos irmãos oriundos dos três casamentos do seu genitor: Eva Souza e Silva, Adão Bezerra de Souza, Djanira Pires, Iracema Souza Pires, Cremilda de Souza Pinheiro, Antonio Fontino de Souza “filho”, Maria Tereza de Souza, José Alves de Souza, Terezinha Alves Gonçalves, Inês Alves de Souza, Raimunda Alves Soares, Regina Alves de Medeiros, Cícera Alves de Souza, Maria de Lourdes Alves de Souza,Ivonete Alves de Souza e Maria do Carmo.

Veio morar no Sítio Cacimba Limpa, com 12 anos de idade, mudando 8 anos depois para o Povoado de Ingá. Morou ainda no Sítio Lambedor onde trabalhava como curtidor de couro e vaqueiro.




Em 1º de fevereiro de 1959, Djalma casou-se com Maria Rozilda Feitoza de Souza, com quem teve os seguintes filhos: Lúcia Maria Feitoza Bezerra, Edilene Feitoza Bezerra, Flaviano Feitoza Bezerra, Ivan Feitoza Bezerra, José Kildere Feitoza Bezerra e Roberta Feitoza Bezerra, residindo no Ingá.

Depois se mudou para a sede do município de Custódia, residindo na Praça Padre Leão. Retornou para a Fazenda Maracajá, saindo de lá para Ingá em 1980, onde permaneceu morando até seus últimos dias.

Homem honrado, honesto e trabalhador, Djalma laborava negociando com bovinos e caprinos. Trabalhou também, por muitos anos na Usina de Caroá, do seu cunhado José Pinheiro de Souza, vindo depois a comprá-la, salvando-a da bancarrota, vez que com saturamento da matéria-prima, a usina quase fechou, na época.

Porém, o Sr. Djalma logo substituiu o caroá por agave. Ao longo desse tempo ele continuou desenvolvendo em suas propriedades novas técnicas, além do plantio do agave, plantavam algodão. Por conta das suas habilidades, foi várias vezes eleito o agricultor do ano pelas Cooperativas e Associações, Banco do Nordeste e do Brasil.

Logo se envolveu em várias atividades sociais. E como tinha uma amizade de longa data com o Sr. Luiz Epaminondas Filho “Luizito”, que o convidou para ser candidato a Vereador.

De inicio relutou em aceitar o convite, mas, devido á insistência do amigo terminou cedendo, sendo eleito Vereador em 1976, pela já extinta ARENA, ingressando assim na política.




Como político foi candidato a Prefeito pela primeira vez, já pelo extinto PDS1, derrotando o candidato do PDS2. Desempenhou um excelente papel no comando Executivo Municipal. Construiu escolas em toda zona rural, construiu o Parque de Exposição Armando Wanderley da Fonte.

Em seu governo, primou por educação de qualidade, como incentivo, aumentou o valor da hora-aula; melhorou o saneamento básico do perímetro urbano e rural; construiu a nova sede da Prefeitura e do Fórum, o mercado público, o matadouro; renovou a frota de veículos públicos.

Em fevereiro de 2008, recebeu uma homenagem pelos relevantes serviços prestados ao Município de Custódia, através da Lei nº 798/2008, que denominou DJALMA BEZERRA DE SOUZA, a Unidade de Saúde da Família da Vila do Ingá.

Faleceu dia 10 de Outubro de 1998.

Fonte: Câmara Municipal de Vereadores (2013)

08 outubro, 2012

13 anos do falecimento de Djalma Bezerra


Essa semana fez 14 anos que o ilustre Djalma Bezerra de Souza nos deixou. Nasceu no dia 04 de julho de 1925 e morou boa parte de sua vida no Povoado Ingá, natural de Custódia foi considerado, pelo governo do Estado, um dos melhores prefeitos de nossa terra. Administrou o município por dois mandatos (01/02/1983 a 31/12/1988 e outro 23/05/1995 a 31/12/1996), além de ser eleito duas vez vereador. Na sua administração se deu o início da construção do Fórum e da rodoviária de Custódia. Ele se destacou por levar eletricidade, calçamento, saneamento básico e água encanada para boa parte da zona rural. Foi destaque também na área de saúde e educação.




Sempre com muita humildade e com um jeito bem peculiar Djalma Bezerra encantou a todos os custodienses, até hoje é lembrado e com certeza estará vivo na memória de todos que o conheceram e que sem dúvida admiravam o seu trabalho. 

‎"Na vida tantos os momentos bons quanto os ruins duram o mesmo tempo. O problema é que aproveitamos os bons e acabamos acomodados com o tempo, já os ruins vivemos intensamente, cada minuto, por isso parecem durar muito mais e por esse motivo aprendemos tanto com eles”. Citação do político.

Por Flávio Júlio (neto)