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10 julho, 2026

Time Juvenil do Sport de Pedro Aleixo (Julho/1970)


Time juvenil Sport de Pedro Aleixo.

Foto publicada no Facebook por Jorge Remígio, em julho de 2016.

Em  pé: Osório, Chico Elizeu Leite, por trás, Gilvan Bernardo, José Esdras, Elione, por trás, Pompeu, Celso de Moacir, Beto de Zé Nego, por trás, Nereu Aleixo, Zequinha, por trás, Zé Marcos, Pedro Aleixo e Otacílio Pires Freitas Góis.

Agachados: João Batista, Binha de Pedim da banca, Jorge Remígio, Luciano Góis Veríssimo e Savinho de seu Domingos. Julho de 1970


 

11 março, 2026

O BATENTE LÁ DE CASA - Autor Jorge Remígio


Sentado no batente da Casa das Noivas, que era justamente a casa em que eu residia
nos últimos anos da década de cinquenta.


Eu ficava um bom tempo do dia sentado no batente da entrada da casa onde morávamos. Talvez seja esta uma das memórias mais remotas de minha longínqua infância. São memórias misturadas e vividas entre o final do ano de 1957 e o final do ano de 1959, quando mudamos de endereço e fomos residir na Rua Manoel Borba. Nesse espaço temporal, eu tinha entre três e cinco anos de idade, morava com os meus pais e o único irmão, Antônio. A casa ficava por trás da Igreja de São José, na Rua Vinte de Julho, local bastante privilegiado para a minha imaginação, devido ao fluxo contínuo de pessoas que passavam na rua em frente da casa, num vai e vem constante e ininterrupto.

Eu ficava horas sentado, observando a cidade passar na minha frente, pois quase tudo convergia para a Várzea, local onde ficava o chafariz da cidade. Era uma infinidade de mulheres com rodilhas de pano na cabeça, para equilibrar e amenizar o peso das latas d’água que carregavam o dia inteiro, para encher os tanques dos banheiros residenciais. Passavam, também, rapazes novos e adultos, com toalhas no pescoço e saboneteiras nas mãos, nessa mesma direção, justamente porque, conjugado ao chafariz, tinham uns banheiros masculinos.

Quando chegava o final da tarde, era o momento onde os sapateiros, em grupos, se dirigiam para o chafariz, porém, como já era uma prática habitual, faziam duas paradas obrigatórias antes de chegarem nos banheiros. A primeira era logo após a ladeira, na bodega de seu Né da Várzea, e a segunda, em Maria Galega, onde tomavam suas lapadas de Serra Grande com umbu, caju, ou mesmo qualquer outra fruta da época, antes de se deliciarem nos chuveiros de jato forte e frio do chafariz público.

Na frente da minha casa, tinha um pé de aglaia. Aliás, essa árvore foi plantada na frente de muitas residências do centro, e posteriormente cortadas na década de sessenta, devido a proliferação de um inseto que adorava cair nos olhos dos humanos. Mas, era uma árvore frondosa, que provocava uma imensa sombra, local ideal para um descanso para quem conduzia galões de água nos ombros, logo após ter subido a grande ladeira da Várzea.

Eu via meninos de onze ou doze anos, pararem embaixo daquela árvore, totalmente exaustos, e eu me compadecia do sofrimento deles. Realmente era cruel, uma carga muito pesada para tão pouca idade. O que me impressionava, naquele universo, era o barulho das vozes das pessoas falando ao mesmo tempo. Não era um burburinho, porque falavam alto e o som das vozes reverberava num ecoar ininteligível aos meus ouvidos. A tecnologia era um futuro distante, portanto, as vozes eram potencializadas pelo silêncio das máquinas inexistentes. Não se ouvia sons de nenhum objeto eletrônico naquele tempo, e a zuada do motor de algum automóvel, era bastante rara.

Vi muitas vezes, na minha tela, um bando de meninos já grandes, atazanando um pobre rapaz com sofrimento psíquico. Eles vinham lá do início da rua da frente, nas imediações da casa de seu Né Marinho, onde hoje é o Boticário, e atiravam muitas pedras e gritavam “Maraváia, Maraváia, Maraváia”. Este revidava as pedradas, mas tinha que correr para não ser atingido, entrava no beco de seu Manoel Henrique, e se mandava para as bandas de Iguaraci. Minha mãe, no interior da casa, quando ouvia essa gritaria, corria até o batente onde eu observava toda aquela cena, e me conduzia para dentro, me protegendo das pedras. Eu não entendia o porquê daquelas agressões gratuitas contra aquele pobre coitado e, quando cresci, identifiquei alguns daqueles meninos transgressores.

A minha autonomia de voo era bastante limitada, se restringia a alguns metros na calçada no sentido do casarão de seu Ernesto Queiroz, ou até a casa dos meus tios avós, Maria e Apolônio Carneiro, na rua da frente, no caso, a Padre Leão. Eu fazia esses percursos, geralmente pedalando no meu velocípede, e, em uma certa ocasião, parei defronte a terceira casa da Rua Padre Leão. Ela tinha a sala em um plano bastante baixo, havendo a necessidade de descer uns batentes para adentrar nela. Meu olhar foi de encontro a de um homem em seu interior, e me chamou bastante atenção. Ele era baixo, tinha uma cor avermelhada, grisalho e usava uns óculos de grau com armações grossas de cor preta. Ficamos por segundos nos fitando e guardei a fisionomia dele na memória.

Quando eu me deslocava para fora desses limites, era na companhia da minha mãe. Ela me levava para casa dos meus avós maternos, Samuel Carneiro e Prezalina Souza, que residiam em uma casa que tinha duas frentes. Uma dava para Praça Padre Leão, ao lado de onde hoje fica o Banco do Brasil, e a outra, dava para Bomba, que é a Av. Inocêncio Lima.

Mas, eu adorava mesmo quando íamos para casa da minha avó Anita, mãe do meu pai, porque ela morava em um sítio que ficava por trás da Rua da Várzea. Era o meu paraíso, sinto até hoje o aroma daquelas mangas deliciosas e do cheiro forte dos cajus. No sítio tinha uma imensidão de fruteiras, e uma lagoa encantadora, bem próxima da casa da minha avó, e quando chegavam as invernadas, ficava com as suas margens bordadas de beldroegas e os sapos coaxando aos montes, entoavam uma verdadeira sinfonia. O riacho cortava ao meio todo aquele paraíso, e nos períodos de trovoadas enchia o seu leito com água corrente e barrenta, muitas vezes vindo em enxurradas. Para coroar todo esse semblante embelezador da paisagem, os imponentes e altos coqueiros enfileirados à margem do riacho.

Mas, o melhor mesmo era o aconchego que a minha avó Anita me dava. Era a casa das quatro mulheres, porque residiam, além da minha avó, a tia Maria Eunice, a tia Maria Dulce, que casou no ano de 1959 e foi residir na Bahia, e a prima Jussara Burgos, que, ainda muito novinha, foi morar naquele paraíso. Ela foi minha primeira amiga e, nas nossas brincadeiras e imaginações infantis, criávamos mundos e histórias. Quando estávamos embaixo do grande juazeiro ao lado da casa, ela olhava para a imensa torre de tijolos aparente da chaminé do curtume, e me dizia que ali era um castelo, e que moravam um príncipe e uma princesa naquele local. Todo o percurso da minha casa até o sítio era inovador e, muitas vezes, até emocional. A minha mãe segurava na minha mão e descíamos a grande ladeira sempre movimentadíssima de um tráfego humano frenético na direção, em sua maioria, para o chafariz público. Percorríamos toda extensão da rua, até a entrada do sítio, onde hoje fica o Pelotão da PMPE.

Aquele local era aberto, e havia um fluxo de pessoas que transitavam por trás das casas que ficam ao lado da Escola Maria Augusta. A entrada do sítio era uma bifurcação, e foi justamente alí que eu vi pela primeira vez uma caravana de ciganos. Paramos e ficamos observando, como também todos transeuntes que vislumbravam aquele espetáculo. Eles vinham em grupos, com muitas carroças de tração animal, as mulheres vestidas com saias longas e coloridas de cetim, com muitos enfeites e bijuterias, os homens com chapéus grandes e pretos, usando botas, e vi até uns com brincos, outros com violão, além de muitos cavalos e objetos como, tachos e outros utensílios domésticos.

As mulheres ciganas perguntavam, para aquela população curiosa, se podiam ler suas mãos, e eu, sem entender muito, mas deslumbrado com aquele espetáculo fascinante, observava eles passarem na direção do centro. Minha admiração pelos ciganos foi efêmera, pois quando eles sumiram e continuamos nosso caminho para o sítio, a minha mãe falou que eu tivesse muito cuidado, pois era comum os ciganos raptar crianças. Passei anos acreditando nesse preconceito, tão difundido naquele tempo.

No lado oposto da entrada do sítio, acho que umas duas casas depois da residência de seu Lunga, tinha um armazém onde se acomodava muito couro, acho que era uma parte do curtume que ficava ao lado. Quem administrava era uma moça muito bonita, chamada Jandira, filha do dono do curtume. O meu pai tinha um caminhão e fazia uma viagem semanal para Recife. Além de muitas novidades, sempre trazia as revistas O Cruzeiro e Manchete. Folheando-as, via muitas musas do cinema americano, sempre presente naquelas edições, e quando avistava Jandira, na calçada da rua da Várzea, comparava ela com aquelas atrizes hollywoodianas. Minha mãe sempre parava para conversar com ela, e em um dia iluminado, Jandira me botou em seus braços e me suspendendo, falou. “Jorginho, eu sou sua namorada!” Eu fiquei nas nuvens, e alimentei aquela declaração não sei até quando.


No primeiro dia do mês de abril do ano de 1958, eu tinha três anos, cinco meses e seis dias. Claro que essa data eu fui tomar conhecimento muito tempo depois. Era um dia ensolarado, e eu me encontrava na companhia de dois filhos de Zé Biá, o qual era caseiro do sítio e residia em uma casinha de taipa, bem próximo ao riacho. Além de caseiro, ele tinha uma bandinha de pífano e era um excelente músico popular. Tocava pífano nas novenas e em outras festas também, como batizados, casamentos e aniversários. De repente, por volta do meio dia, ouvimos vários estampidos e pensei ser fogos ou bombas, muito comum até nos dias de hoje. Félix era o maior e falou categoricamente. “É tiro, é tiro!”

Foram vários disparos. Na tarde daquele mesmo dia, fiquei curioso com a quantidade de gente em frente de uma casa logo após onde meu tio Apolônio residia, e, sem a minha mãe tomar conhecimento, peguei o velocípede e me dirigi até aquele local. Muitos homens usavam paletó e vi mulheres chorando. Olhei de fora na direção da sala onde jazia, em um leito, um homem sem vida. Ainda observei o seu rosto sereno, e, justamente nesse momento, minha mãe chegou, me colocou de volta no velocípede e me conduziu na direção da nossa casa.

Porém, logo em seguida, ela me levou para o outro lado da rua. Indaguei o porquê de fazer aquele trajeto. Ela me falou que não queria passar em frente da casa onde estava sendo velado Vitoriano. Ele havia assassinado João Veríssimo do Amaral. Antes de entrarmos em nossa residência, olhei na direção da casa que tinha a sala em um plano bastante baixo, e me lembrei do dia em que olhei fixamente para o homem de cor avermelhada, grisalho, com óculos de grau e armação preta que estava no interior daquela casa.


Jorge Remígio
Recife, março de 2026.

Fotos: 

(algumas fotos foram modificadas usando Inteligência Artificial, sem mudar as caracteristicas originais, e com autorização do autor). Se usar, credite o autor por favor.


João Veríssimo do Amaral,  nasceu no dia 11/11/1909 na cidade de Mata Grande-AL, filho de Euclides do Amaral  Góis e de Maria Rosa do Amaral. 
Faleceu no dia 01/04/1958 na cidade de Custódia-PE.



Minha avó Ana Pereira de Sá (Dona Nita) e a prima Jussara Burgos. Foto de 1956.



Minha mãe Ozanira e meu irmão Antônio.  Foto de 1956.



Com meus filhos em frente a casa ainda sem modificada em 2002.





Foto no sítio da minha avó, no ano de 1958.



Curtume uma industria custodiense



Várzea no final dos anos 70


 
Rua João Veríssimo,  popularmente conhecida como Várzea. Ao lado direito prédio do antigo chafariz público já modificado. O prédio não mais existe. Foto do início dos anos dois mil.



Sítio da minha avó Anita. O meu Paraíso. Cheia de 1960









27 agosto, 2025

Antigo Prédio da Prefeitura Municipal na Praça Padre Leão na década de 50.



Foto provavelmente do ano de 1956.

O prédio à esquerda na fotografia, de arquitetura antiga (era localizada onde hoje funciona o Banco do Brasil), funcionou como Prefeitura Municipal até o ano de 1965.

Posteriormente a Prefeitura Municipal passou a funcionar onde hoje é uma casa pertencente a Nazinha, ao lado direito da Matriz de São José, até o ano de 1968, quando foi inaugurado o moderno prédio administrativo, onde hoje funciona a Câmara Municipal de Vereadores.

A construção do prédio da Prefeitura,  inaugurado no ano de 1968, foi na administração do Prefeito João Miro da Silva. Interventor no ano de 1967 e 1968.

O prédio da antiga prefeitura foi demolido e no ano de 1975 foi inaugurado o prédio da agência do Banco do Brasil

O prédio atualmente da prefeitura, que fica na Travessa Heleno Aleixo, foi construído na Administração de Djalma Bezerra (1983-1987).

Informações e Fotografia: Jorge Remígio



 

29 abril, 2025

Como eram os almoços em Custódia na década de setenta


Foto e texto:
Jorge Remígio
Setembro/2019

Esses almoços foram muito comum até a década de setenta em nossa cidade.

O anfitrião convidava os amigos e familiares, e em uma comunhão afetiva, oferecia autênticos banquetes com iguarias nossas.

As buchadas era uma delas. Foto de meados dos ano sessenta.

Na foto, Ismael, pedreiro muito competente, seguido de Antônio do Posto, personalidade da cidade, pessoa que serviu a muita gente, principalmente aos humildes, com a sua habilidade no campo da saúde.

Depois vem seu Antônio Queiroz, comerciante, tinha uma bodega na Rua Manoel em frente da residência de seu Pedro Mariano, seguido de Zé de Zaqueu que foi sapateiro de Duquinha e posteriormente comerciante e agenciador de passagens e seu Pedro Mariano de Rezende, anfitrião do almoço.

Atrás, a esposa de Zé de Zaqueu.


18 maio, 2024

Amigos na Praça Padre Leão (1979)


Essa foto é de julho de 1979 na Praça Padre Leão. A turma de trás. Otacílio Góis (1955), Marcelo Burgos (1955), Jorge Remígio (1954). A turma da frente. Enildo Pires (1956), Fernando José Carneiro (1956) e Antônio Remígio (1956).

A turma da frente já está no andar de cima. Vemos a casa a esquerda que foi de Severino Pinheiro que após a reforma ficou a casa mais chic da cidade.

Vemos ainda a casa dos meus tios avós Apolônio Carneiro e Maria de Souza, já modificada, seguida da casa onde residiu Demócrito  e Terezinha Queiroz em 1964 e a seguinte residiu Nozinho Veríssimo até 1965.

Em 1966 passou a ser a sede da Prefeitura Municipal até o ano de 1968, quando o prédio novo foi inaugurado, no local que hoje é a Câmara de Vereadores.

Essa casa hoje pertence a Nazinha e foi modificada.

Foto e texto: Jorge Remígio


08 janeiro, 2024

Mocidade Custodiense no ano de 1916



Foto: Arquivo Pessoal
Jorge Remígio

Publicado Originalmente em seu Perfil no Facebook

Esta foto foi tirada no dia em que o Governador de Pernambuco Manoel Borba teve uma passagem por Custódia, quando se dirigia para inaugurar a estrada que liga Flores a Triunfo. A última a direita, de trança, é a minha tia avó Maria Dolores Pereira de Sá. Ela foi escolhida para fazer uma saudação ao Governador com uma poesia. Nasceu em Vila Bela, atual Serra Talhada-PE, em 05/01/1898 e faleceu em Pesqueira no dia 06/06/1932, aos 34 anos. Foi casada com Antônio Burgos de Santana, natural de Flores (1896-1924) falecido em Custódia. Teve os filhos: Genário Pereira Burgos, Maria do Socorro Pereira Burgos, José Pereira Burgos (Zé Burgos) e Antônio Pereira Burgos. Maria Dolores era filha de Cassiano Pereira da Silva e de Ana Pereira de Sá (Naninha) falecida em Vila Bela no ano de 1902 aos 25 anos. Era irmã de Manoel Cassiano Pereira de Sá,( pai de Noême Sá) de Ana Pereira de Sá (Anita) minha avó e de José Cassiano Pereira de Sá (Zezinho). Os avós maternos de Maria Dolores eram Manoel Pereira de Aguiar, filho do primeiro casamento do Cel. Joaquim Pereira da Silva, da Fazenda Carnaúba, e de Epifânia Auzéria Mariano de Sá. Avós paterno:

Capitão Sebastião Pereira da Silva (do Baixio) e de Januária Pereira da Silva, irmã de Andrelino Pereira da Silva (Barão do Pajeú), primeiro prefeito de Serra Talhada-PE.(1892-1895). A penúltima à direita, é a minha tia avó Maria de Souza Góis.irmã da minha avó Prezalina de Souza Góis. Casou com Apolônio Carneiro de Farias,irmão do meu avô materno Samuel Carneiro de Farias. Maria e Apolônio são os pais de José Carneiro de Farias Souza, Osminda Carneiro de Farias Souza, Lourdes Carneiro de Farias Souza, Dineusa Carneiro de Farias Souza, Sílvio Carneiro de Farias Souza e Fernando Carneiro de Farias Souza. Tia Maria era irmã de minha avó Prezalina, de Ernestina casada com Heleno Aleixo, Carmélia (Bebela), Erundina, Chiquinho Daniel, Otoniel, Joaquim Daniel (pai de Shandinha), José Daniel (pai de Fernando Florêncio) e Gedeão. A terceira à esquerda sentada, de saia escura, é "Dona" Rezende. Irmã de Manoel Marinho de Rezende (Né Marinho).

25 julho, 2023

Jorge Remígio e amigos no São João de Sitio do Nunes 1978

São João em Sítio dos Nunes.  24 de Junho de 1978. 

A partir da esquerda para direita: Tarcísio Duarte, Savinho Góis, Jorge Remígio, José Humberto Medeiros, José Venâncio Burgos, Jailson Simões, Evaldo Simões, Emerson Feitosa, Cláudio Simões, Rió Simões, Getúlio Bezerra, Lula Epaminondas e Cabrobó do Projeto Sertanejo.

24 julho, 2023

Jorge Remígio e amigos na Casa de Dona Toinha (1977)


Em pé. Jailson Simões e Jorge Remígio. 

Embaixo. Marcos Ramalho, Zezinho Freire, César Constantino, Gilson Pereira, Cláudio Simões e Elione Constantino.

30 junho, 2023

Pôr de Sol em Custódia



Foto: Hiran Burgos



Foto: Jailson Vital



"O nascer e o pôr do Sol são lindos, mas tem uma diferença, um você imagina como será seu dia e o outro você agradece por ter sido bem melhor do que você imaginou." Marco Paschoal

Jorge Remígio e amigos (1979)

CUSTÓDIA, 07/09/1973. 

Da esquerda: GILVAN MEDEIROS, OGIVAL, PEDRINHO DE SEU ADAUTO E ANTÔNIO ELI.  
Agachados: JORGE REMÍGIO E SAVINHO

05 maio, 2023

Carnaval no CLRC (1972)


foto: Jorge Remígio

Carnaval de 1972 do CLRC. 

Na foto: Adamastor e Oscarina, Artur Preto e Carminha, Ozanira e Claudionor. 

Por trás: Maristela Feitosa e Evaldo Simões e no fundo, Kida Aleixo.

 

17 abril, 2023

Desfile de 7 de Setembro de 1969


Desfile de 7 de setembro em 1969 pela Praça Padre Leão.

Na foto Gilvan Bernardo, Ogival Nóbrega, Jorge Remígio, Savinho Góis, Francisco e Pompeu.

De
 roupa branca e porta bandeira Duzinha …e depois Zilda de Adamastor e Célia Barros.

Foto cedida gentilmente por: Jorge Remígio.

27 dezembro, 2022

O olhar de Jorge Remígio pelos Caminhos do Cariri Cangaço Serra Talhada


Sertão abençoado por Deus... Nesses treze anos de Cariri Cangaço, em andanças intermináveis pelas veredas sagradas das caatingas nordestinas aprendemos a valorizar ainda mais o chão de nossa origem, nosso berço sertanejo com a força de todo um país. A cada edição do Cariri Cangaço, novos cenários, novos caminhos, novas emoções. Hoje trazemos o "olhar apurado e sensível" de nosso amigo Jorge Remígio; pesquisador da cidade de Custódia em Pernambuco, Conselheiro Cariri Cangaço; registros fotográficos de momentos imorredouros em Serra Talhada, Calumbi e Bom Nome...


O sol a pino nos impõe uma resiliência própria dos apaixonados pelos cenários sertanejos; Jorge Remígio com sua sensibilidade ímpar, reuniu cenários e personagens, impressões e emoções, todas reunidas a partir de momentos únicos de encontro entre a natureza exuberante do sertão e o principal protagonista de todas as histórias: o homem. Aqui e ali anônimos e destacados personagens se apresentam como parte de um balé mudo e ensurdecedor, que a todos encanta com a magia do momento. Cariri Cangaço mais que um evento, um sentimento.

Para conferir mais fotos do Cariri Cangaço - Serra Talhada-Calumbi-Bom Nome realizado entre 11 a 15 de novembro de 2022, basta acessar o site Cariri Cangaço (CLIQUE AQUI)

Imagens : Jorge Remígio, pesquisador, Conselheiro Cariri Cangaço e Colaborador do Blog Custódia Terra Querida.
 

 

03 novembro, 2022

Essa casa tem história, ou a ficha ainda não caiu?


Não lembro o mês, mas em uma tarde do ano de 1961, chegamos enfim com a mudança a nossa nova casa. Ela foi totalmente reconstruída para nós habitarmos em seu seio. Tudo era novo. O cheiro de tinta ainda fresca e os móveis exalando um aroma de madeira trabalhada, não me incomodavam, pelo contrário, era a certeza do começo de uma nova etapa na vida da ainda pequena família Farias Remígio. 

Além dos meus pais, seu Claudionor e Dona Osanira, eu tinha como irmãos, Antônio e o ainda bebê, Jânio. Não tardou muito para a cegonha trazer Sérgio em novembro de 1961, Eliane em 1963 e encerrando o ciclo, a caçula Ana Cláudia em 1964. 



– Pronto! Agora a família estava completa. Somos seis rebentos de pais iluminados e crescemos em um lar cheio de harmonia e compreensão. A consequência desse tempero amoroso foi um grande estreitamento da nossa amizade e um imensurável amor fraternal que temos um pelo outro. 

Na minha casa sempre teve aqueles almoços familiares. Principalmente quando os parentes vinham de longe. Com o tempo em movimento, chegamos aos concorridos vestibulares acadêmicos nas décadas de setenta e oitenta e em consequência das vitórias, muito mais dos nossos pais do que nossa, as farras e pileques comemorativos foram muitos.


Nunca mais paramos de celebrar a vida na casa encantada, como minha irmã Eliane rotulou-a tão bem. Sempre compartilhamos nossos encontros com familiares e amigos tão queridos. A alegria sempre reinou naquele início da Rua Padre Leão. Minha casa ficava em uma localização muito privilegiada. No nascente ao lado da bela Matriz de São José, no coração da cidade. 

O natal foi escolhido espontaneamente para ser a festa de confraternização oficial. Sempre estávamos lá. Irmãos, pais, parentes e amigos. Como o ambiente da nossa casa conspirava com alegria, recepção, acolhimento e amizade, é natural que os nossos encontros foram se ampliando. O importante é que sempre fizemos questão da companhia da boa MPB. Astros como: Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Novos Baianos, Gil, Caetano, Chico, Vandré, Tom, Vinícius, Paulinho da Viola, Cartola, Ednardo, Alceu, Geraldo Azevedo, Dolores Duran, Lulu Santos, Cazuza, Luiz Melodia, Augusto Calheiros, Noel Rosa e tantos outros, sempre foram presença garantida. 



A calçada era para nós, uma extensão da casa. Quantas e quantas vezes nos reunimos ali. Principalmente quando a sala estava lotada. Os nossos filhos foram crescendo e participando desde cedo desse ambiente festivo e acolhedor. Hoje são rapazes e moças totalmente integrados nesse lazer. 

No dizer deles: No “OSANIRA’S CLUB” Agradeço de coração, a companhia de familiares e amigos que nos proporcionaram momentos de extrema felicidade. Não quero enumerá-los, porque são muitos. Mas quem esteve um dia por lá, vai saber perfeitamente do que estou falando. Escolhi umas fotos entre milhares para ilustrar este texto, e foi tarefa muito difícil. 


Também escrevi o texto com o verbo no passando. Uma tentativa de habituar-me a essa nova realidade. Fui à Custódia para festa do padroeiro São José. Mas, o mais significante foi a reunião para nos despedirmos da nossa casa. Que bela festa! Bebi, comi, cantei, toquei,confraternizei,abracei,compartilhei, fiz tudo o que devia fazer. Claro que tenho plena consciência que a casa não mais me pertence. 

Porém, o meu cérebro ainda teima em não aceitar tal realidade. Como pensar em ir à Custódia e não ficar na casa número 12 da Rua Padre Leão? 

ACHO QUE A FICHA AINDA NÃO CAIU!

por Jorge Remígio

21 julho, 2022

Desfile de Sete de Setembro do ano de 1969 em Custódia


DESFILE DE SETE DE SETEMBRO DO ANO DE 1969. CUSTÓDIA-PE. BANDA MARCIAL DO GINÁSIO MUNICIPAL PADRE LEÃO. 

DA ESQUERDA: Gilvan Bernardo, Ogival, Jorge Remígio e Domingos Sávio Valeriano. Savinho Góis, Pompeu e Zé Esdras. 

Atrás: Francisco Peixedeourochico Chico Galdino, Duzinha, não lembro, Célia Feitosa de Barros, Ivanildo de Jonas e à direita, Marcos Moura.

Foto: Jorge Remígio

11 março, 2022

Custódia pela lente de Jorge Remígio

CASAS NA VILA DA COHAB. CUSTÓDIA-PE, 19/03/201

FEIRA EM CUSTÓDIA-PE. 18/03/2013

RUA DR. FRAGA ROCHA NO CENTRO


ANTIGO CHAFARIZ

IGREJA MATRIZ
Fotos: Jorge Remígio

26 janeiro, 2022

Juventude Dourada - por Jorge Remígio



Foto: Acervo da Família.

                                                       
A juventude é uma fase da vida tão marcante, que muitos se referem a ela com: “no meu tempo”. Ela é muito significativa, porém bastante efêmera. É aquela coisa, “o que é bom dura pouco”. A minha juventude insiste em ficar cada dia mais distante, porém as lembranças lá da década de setenta são combustíveis que a mantém viva nas minhas memórias. Muitas vezes, envolto em pensamentos que levam aos meus verdes anos, tenho plena consciência de que fui um cara privilegiado. Vivi com intensidade uma juventude quase rebelde, lúdica, carregada nos prazeres inerentes à idade, como dançar, cantar, tocar, beber, conversar, namorar, jogar futebol, foram verbos bem conjugados na minha rotina de pouquíssimas preocupações ou quase nenhuma. Bem, a grande importância disso tudo, foi o compartilhamento junto aos diletos amigos e amigas que comungaram comigo nessa grande trajetória festiva, onde teve como território geográfico principal a minha amada cidade de Custódia. Todos eles estão representados nessa crônica. A maioria da minha turma estudava em Recife, residindo em casas de estudante ou em pensões modestas, mas nossas cabeças e pensamentos estavam sempre apontados para nossa cidade e, com certeza, isso interferia no andamento escolar. O Centro Lítero Recreativo de Custódia foi um templo festivo para todos nós, como também um espaço facilitador para o início de muitos namoros. Palco de carnavais inesquecíveis e de festas memoráveis organizadas em sua maioria por Zezita Queiroz, mas não devemos esquecer outros presidentes atuantes, caso de Sílvio Carneiro, Aparício Feitosa (Chandinha), Reginaldo Rafael, João Ivonaldo, Natalício Vieira, esses que lembro no momento que escrevo. O campo de futebol, batizado de Carneirinho, justamente por ter sido construído na administração do Prefeito Silvio Carneiro e concluído no ano de 1972, atraia multidões de espectadores aos domingos à tarde, para ver o futebol custodiense que naquela década inteira foi destaque em nossa cidade. E os bares? Ah! Esses foram muito presentes em nossa juventude. O Sabazinho, construído entre 1968 e 1969, ainda frequentamos, mas seus dias de glória haviam passado. O Ponto Certo, até pela sua localização em frente à Praça Padre Leão, era um “point” para os jovens da época. Seu proprietário era Jeferson Alves de Queiroz Filho, o amigo Deta. Funcionou de 1971 até 1973. No ano seguinte mudou a localização, porém, sem o glamour inicial, acarretando a ida de Deta para capital do Brasil. No ano de 1977 o amigo Lourival Barros abriu um bar na Rua Luiz Epaminondas. Não tinha muitas pretensões, mas passamos a influenciá-lo a transformar o espaço que era bastante imenso, em uma discoteca. Justamente porque era uma febre mundial naquele momento. Ele encampou nossa ideia, fez uma pista de dança e não demorou para ser um grande sucesso. Foi quase uma revolução em termos de transformar em pouco tempo um armazém em uma boate com jogos de luzes, decoração, música popular brasileira de boa qualidade, como também os sucessos de Bee Gees, Michael Jackson, Donna Summer, ABBA, e os dançarinos inspirados em John Travolta e Olivia Newton John, embalavam os sábados e domingos à noite com muita alegria em um CASARÃO superlotado. Abro um parêntese para falar de um bar muito especial. Com início por volta de 1974, o bar de seu Chiquinho de Panfila foi um local emblemático para toda aquela moçada, que às onze da matina já estava ávida para iniciar as reuniões etílicas. Isso durante as férias estudantis ou nos feriadões, quando íamos da Capital para Custódia, geralmente aventurando caronas na BR 232. Realmente, essas caronas é um capítulo à parte em nossas viagens ousadas, muitas vezes sofridas, mas, com a maior certeza, prazerosas. Quero fazer um preito de gratidão ao casal que, por quase uma década, foi tão generoso com todos nós. Seu Chiquinho e Dona Pura, obrigado por segurar tantos “pinduras” dessa turma tão descapitalizada, mas que no final dava tudo certo. O fiado era uma cultura, quase uma “instituição” em épocas passadas. Quando se ia até a padaria, era comum levar a caderneta para anotar a compra que era paga no final do mês. Como também as feiras que eram feitas nas bodegas. Um detalhe, não havia ainda supermercados. Me recordo que em uma farta bebedeira, acompanhada de batucadas e muitas conversas, estava o nosso amigo Josimar Siqueira, o querido Josa. Policial da Rodoviária Federal, era com certeza o destaque em termos financeiros no meio daqueles jovens e pobres estudantes. Esse detalhe deu até uma certa segurança para seu Chiquinho, esboçado claramente em seu semblante tranquilo e sereno, com os cotovelos sobre o balcão a nos observar. Em dado momento, após várias saideiras, decidimos levantar voo até outras paragens, então, pedimos a “dolorosa”. Era assim que chamávamos a conta e pela quantidade de garrafas de cerveja em cima da mesa e no chão, com certeza estava fora do nosso padrão de consumo. Seu Chiquinho deixou sobre a mesa o papel da conta com tudo discriminado e retornou ao balcão. Josa antecipou-se a todos nós e puxou a carteira do bolso traseiro da bermuda branca. Sinceramente, eu nunca tinha visto ao mesmo tempo uma carteira tão gorda e seu Chiquinho tão contente. Nesse exato momento, pularam três na direção de Josa, seguraram em sua mão e falam bem alto e quase ao mesmo tempo. “ôxe! Tais doido? Tu aqui não paga nada, tu és nosso convidado” Em seguida voltamos para seu Chiquinho, que certamente já estava em outro estágio, e falamos. “Seu Chiquinho, anote aí que depois a gente paga” Bem, a gente pagava mesmo, mas à vista é sempre melhor para o dono do bar. E o fígado que Dona Pura preparava com tanta maestria? Inigualável. Ainda hoje guardo lembranças daquele sabor de um tempero mágico no paladar da memória. Havia com certeza algum segredo naquela iguaria, alguma ciência. Sem falar na costelinha suína que ao lembrar dar água na boca. Todas as vezes que retorno à minha cidade, passo na Rua Nemesio Rodrigues com casas e espaços totalmente modificados, e fico procurando identificar o local onde fomos tão felizes. Gratidão “in memoriam” ao Seu Chiquinho e Dona Pura, pela paciência e por nos acolher tão bem naquele local inesquecível para todos nós que fizemos parte daquela juventude dourada, juventude paz e amor dos anos setenta.



Texto

Jorge Remígio
Recife-PE
Janeiro/2022

Fotos da Juventude Dourada



Carnaval de 1979 no CLRC. Podemos identificar Socorro irmã de Salene, Carminha, Jorge Remígio, Walkiria Góis, Lula Epaminondas, Rosane Souza e Lucidalva esposa de Marcos Ramalho.


Julho de 1979 na Praça Padre Leão.
Atrás. Otacílio Góis, Marcelo Burgos e Jorge Remígio.
Na frente. Enildo Pires, Fernando José Carneiro e Antônio Remígio.


Janeiro de 1977
Aprovação de Fernando José no vestibular. 
Na foto: Graça de Geni, Nerice, Nita, Neli Aleixo, Nobinha Amaral e Hiran Burgos.
Agachados: Cláudio Simões, Tadeu Burgos e Jorge Remígio



Comemoração da aprovação do vestibular de Jorge no bar de seu Chiquinho com alguns amigos em Janeiro de 1976.
O primeiro na foto é: Nivaldo Marcolino, depois Jorge Remígio, João Vital, Elijário, por trás o casal seu Chiquinho e dona Pura, a criança é um dos filhos de Zé Virgínio, Marcos Viola, Otacílio Góis, Luciano Veríssimo, Rui Rezende e Zé Virgínio



Jorge e o amigo Otacílio Góis, quando foram aprovados no vestibular e a comemoração foi no bar de seu Chiquinho


Time do Tambaú de Custódia.
Foto do ano de 1979.
A esquerda: goleiro reserva, era de Arcoverde, Chico de Antuza, Luciano Góis Veríssimo, Celso Bezerra, Bel Mariano, Edmilson, era do Recife, Zé Esdras Góis e Antônio Eli Constantino.
Agachados. O primeiro era de Arcoverde, seguido de Brasília, Jorge Remígio, Reginaldo do Projeto Sertanejo, o seguinte era de Serra Talhada e Evaldo Simões. O Tambaú foi campeão no ano anterior.
Nesse ano de 1979 o campeão foi o Independente que era de Sinval Vaz.



Santa Cruz de Custódia.
Foto em julho de 1973.

Na a esquerda em pé: Urbano Rafael, Josimar Siqueira, Jorge Remígio, Ferdinando Feitosa, Nego, irmão de Ozinaldo, Rui Rezende, Elione Rodrigues e Deda cunhado de Zé de Arnoud.

Agachados. Zezinho Freire, Bartolomeu Quidute, Evaldo Simões, Antônio Eli Constantino, Fernando Vitor e Zé Esdras Góis.



 Praça Padre Leão no dia primeiro de janeiro de 1974.

Havíamos raiado o dia na famosa barraca de Zé de Arnoud, que está a esquerda por trás da foto.
Dr. Pedro Pereira, Otacílio Góis, Marcelo Burgos, Jorge Remígio e Zezinho de Joci. Um detalhe. Pedro nos encontrou por acaso naquele momento.



Praça Padre Leão no ano de 1978.
Segundo prédio após a Farmácia Pinheiro, funcionava o Bar Ponto Certo.



Foto na parede do açude do DNOCS em julho de 1973.
Na foto, Lírio Pereira, Urbano Rafael, Zezinho Duarte, Nadja Simões e Cláudio Simões.
Atrás, Jorge Remígio



Festa Nipônica no CLRC. Vanúzia Bezerra, Zezita Queiroz e Evanúzia Rodrigues.
Festa Nipônica foi em 1970


Festa da Cigana no Ginásio Padre Leão em 1970. 
Lírio Pereira, Lúcia Gois e Célia Feitosa.


Carnaval no CLRC em 1979.
Da esquerda. Aruza Torres, Elzir Valeriano, Ana Cluadia Remígio, Rejane Medeiros, Flávia Epaminondas, Irlene Moises, Eliane Remígio e por trás, Genival Mariano.



Carnaval de 1973 no CLRC. Tadeu Burgos, Otacílio Gois, Célia Semião, irmã de Baiá e Marcelo Burgos. Atrás da foto estão Maggi, não se é assim que se escreve, Rita Amaral e o esposo Deusinho, Guilherme Andrada e dona Elisa Queiroz.

Foto na Palhoça de Kida Aleixo.

Inaugurada em dezembro de 1976, funcionou por quase quinze anos. Localizada no bairro da Pindoba, ao lado da BR 232, atraia as pessoas da cidade por ter um famoso peixe tilápia assado e uma deliciosa iguaria, que era o xerém com galinha.

Na foto a esquerda, Célia Feitosa, Jorge Remígio, Zezinho Freire, Rui Rezende, Otacílio Gois, Geni Lira e Tadeu Burgos. Dezembro de 1976.