15 de dezembro de 2015

1000 Passaros e 1000 Poemas para a Paz - Inêz Oludé


"1000 Poemas e 1000 Passarinhos para a Paz"

De 2014, pra cá aqui na Europa, só se ouviu falar de guerra, estou me sentindo intoxicada pelo que me parece um propaganda e um fundo de comércio para desmiolar para vender armas e humanidade. 

A guerra, reúne 3 categorias de indivíduos: o Idiota, o Imbecil e o Servil.

O idiota é aquele que vai matar gente e pensa que é pra defender a pátria. Na verdade ele vai matar e morrer pra defender os interesses de uma elite que vive de carniça humana. 

O imbecil é aquele que vende armas, invade os países, extermina povos inteiros, provoca fome e todo tipo de misérias em nome da "liberdade", da "democracia" de "Deus", quando na realidade é por petróleo, gaz, matérias primas, dinheiro, poder e dominação.

O Servil, (Ser Vil) é aquele que serve as elites, até mesmo contra seu próprio interesse, contra seu próprio pais, seu próprio povo, em troca de 30 dinheiros (é a chamada quinta coluna)

Não aprenderam a fazer a paz, a pensar a paz, a ter paz. Nos fazem crer que para ter a paz, é necessário fazer a guerra. Mentira.

Necessitamos refletir sobre a paz, pensar a paz, fazer a paz conosco e com o mundo. Bom ano a todos.

Para evitar a lavagem de cérebro midiática que assolou a Europa por causa do centenário da primeira guerra mundial, passei o ano de 2014 recortado passarinhos, somaram mil passarinhos de papel. 

No inicio, foi para pagar uma promessa que me fiz em 2007 e não cumpri. Isto me deu um desassossego enorme, meu inconsciente entrou em guerra comigo e não havia maneira de apaziguá-lo. 

Desde que decidi de pagar a promessa, a paz se instalou dentro de mim. 10 anos se passaram assim, ele sempre me lembrando e eu tentando escapar da tarefa. Curiosamente, nas minhas pintura, sempre aparecia um passarinho, ali me lembrando que não podia falhar comigo mesma. 

Os passarinhos estão terminados, agora vou entrar no desafio de escrever e escolher os poemas que já venho escrevendo há mais de 30 anos. 

Sera minha maneira de fazer a minha parte, pela paz no mundo se não puder melhorar-lo, vou no mínimo melhorar minha vida. 

Inêz Oludé
Bruxelas 15/12/2015

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