18 de janeiro de 2016

Municípios do interior de Pernambuco usam criatividade para preservar saúde pública


Para contornar a crise e a escassez de recursos, cidades do interior de Pernambuco se uniram para diminuir os custos na compra de remédios para a população. Os municípios formaram um consórcio para fazer uma compra conjunta de medicamentos - inclusive para doenças causadas pelo Aedes aegypti - gerando uma economia em torno de 30%. A informação vem do Consórcio dos Municípios de Pernambuco (Comupe), que seria o pioneiro nesse tipo de investimento na saúde pública e já deu início ao processo neste mês de janeiro – o primeiro lote deve ser comprado até março. 

A junção de forças também foi necessária entre as cidades sertanejas que integram o Consórcio de Integração dos Municípios do Pajeú (Cimpajeú), como forma de combater as doenças causadas pelo mosquito Aedes Aegypti.

De acordo com José Mário Barros, secretário-executivo do Comupe, para os municípios com menos de 80 mil habitantes não há outra solução. Ou se junta e otimiza a verba, ou não terá como dar conta dos custos.

Ao todo, a licitação de R$ 19,1 milhões do Comupe prevê a compra de 122 tipos de medicamentos e totaliza 225 itens. Um pregão eletrônico será realizado e a empresa que oferecer os medicamentos pelo menor preço será escolhida.

Confira os municípios que compõem o Comupe e o Cimpajeú:

Afogados da Ingazeira, Bezerros, Buenos Aires, Cumaru, Iguaraci, João Alfredo, Lagoa Grande, Moreno, Pesqueira, São Bento do Una, Serra Talhada, Betânia, Brejinho, Calumbi, Carnaíba, Custódia, Flores, Ingazeira, Itapetim, Quixaba, Santa Cruz da Baixa Verde, Santa Terezinha, São José do Egito, Sertânia, Solidão, Tabira, Triunfo e Tuparetama. 

(AOnline)

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