15 de março de 2014

Hospital de Sertânia adota classificação de risco


Com o objetivo de melhor organizar o fluxo de pacientes que procuram o atendimento de urgência/emergência, o Hospital Municipal Maria Alice Gomes Lafayette, em Sertânia, adotou o atendimento por classificação de risco para triagem e acolhimento dos pacientes. Ao dar entrada na unidade, o paciente é classificado e recebe uma prioridade que determina o tempo alvo para o primeiro atendimento médico, baseado nos parâmetros clínicos apresentados e não na ordem de chegada.


"Com a implantação do modelo de atendimento de acordo com cores, o hospital passou a adotar os protocolos recomendados pelo Ministério da Saúde e a comunidade, por sua vez, aprovou a iniciativa. O serviço alcançou seus principais objetivos, mudou o conceito de saúde para os sertanienses e mostrou, enfim, que tem muitos motivos e vitórias para comemorar", disse o médico-diretor da unidade, Ricardo Lafayette.



Ao passar pela triagem, o paciente classificado com a cor vermelha, que significa emergência, tem atendimento imediato. Enfermos com situações clínicas de maior risco, como politraumatismo, grandes queimaduras, coma ou alteração de consciência, entre outros sintomas considerados graves, também têm prioridade.



Para o paciente classificado com a cor amarela, que significa urgência maior, o tempo de espera é de até trinta minutos, e compreende casos como cefaléia intensa, diminuição de consciência ou desmaios. O paciente que recebe a classificação verde, que quer dizer urgência relativa ou semi-urgência, é atendido em até uma hora. Recebem essa cor, por exemplo, casos de menor gravidade, como gestantes com complicações da gravidez, deficientes físicos, crise de asma e enxaquecas.

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